Artigos e Informações ligados ao Rosacrucianismo

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

SANTOS - ANIVERSÁRIO 2018

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SANTOS - CIDADE DO MEU CORAÇÃO!

Minha homenagem à cidade que me recebeu aos 12 anos de idade. AMO muito!
Obrigada!


Ser Santista é...
Localizar-se pela cidade através de 7 canais (Onde TU tá? Eu tô no canal 5).
Quando criança brincar na fonte do sapo (e rapidamente sem a mãe ver, enfiar a mão na fonte pra ver se da choque mesmo).
Saber exatamente a divisa entre Santos e São Vicente (E quem não sabe? Rs).
Tirar sarro de quem mora nas outras cidades da baixada (Ah, pq por algum motivo somos privilegiados Rs).
É achar um programão ver os navios partindo da Ponta da Praia (E ainda dar tchauzinho).
Ter ido ao Aquário e ao Orquidário milhares de vezes e saber de cor o que tem lá (Os peixes já não aguentam mais ver a nossa cara).
Saber que a praia está sempre lá te esperando
(E todo mundo tem a sua preferência de "Canal").
Reconhecer cada pedacinho da sua cidade num comercial de televisão (Todos, principalmente no tvb varejo rs).
Se perder no Super Centro do Boqueirão(Quem nunca?).
Comer um bolo gostoso na feirinha hippie (Gostava quando era na praça do Sesc).
Ao dirigir, ir parando em todas as esquinas por causa sinal (Anda 100 metros e para).
Ser bairrista e achar seu canal o melhor (5 o melhor mesmooo).
Mesmo no ônibus lotado poder viajar vendo o mar (Refletindo sobre a vida, e sentir vergonha de não ter a mesma disposição do velhinho que está fazendo exercícios na orla).
Rir dos paulistanos que vão a praia em dia de chuva (E ficar p*** por que tudo fica lotado).
Criticar o atendimento do comércio local.
Estar acostumado com a cor do mar da Praia, e até achar bonito (Não é lindo, mas a gente entende e defende).
Estar acostumado com os ratinhos no jardim.
Saber que não pode pisar na grama do jardim (Até porque tem rato! Rs)
Saber que pizza de champignon obrigatoriamente vem com molho rose(Sim com certeza absoluta, por que não seria?!).
Ver a muretinha dos canais em todo lugar. (Todooo lugar sem excessão).
Saber exatamente o que é um pão de cará.
Pedir "cinco médias" na padaria e não passar por louco. (Cinco médias e dois caras, pf).
Conhecer e curtir as bandas locais.
Ter qualidade de vida, poder andar na orla da praia tranquilo com a sua família (Isso inclui cachorro, gato, papagaio...).
Chamar gelinho de chup-chup e adesivo de colante (Mas é! Rs).
Não entender a risadinha dos paulistanos quando você fala TU (porque Tu tá rindo?).
Sentir aquela alegria misturada com uma paz ao ver o peixe da entrada de Santos (É se sentir em casa finalmente).
Ficar espantado com a beleza da cidade mesmo tendo morado nela a vida inteira (😍)
Falar que em Santos só tem velho(Só tem velho!).
Assistir aos time de praia todas as noites (fut)
Andar de skate na Praça Palmares (Ouvindo Cbj, ein).
Ter no álbum de infância uma foto no leão da praia (Coitado desse leão, já levou quase metade da população nas costas).
Quando criança ter ido ao Rebouças (E como era GIGANTE o escorregador, depois vc vai crescendo, e percebe que não é tão gigante assim...).
Ter orgulho de abrigar o maior porto da América Latina.
Ver pra crer a construção do túnel submerso que vai ligar Santos e Guarujá (Acho que em 2035 sai).
Encontrar os amigos no Zé do Côco,Edson, Romildo, C4...
Chamar a Francisco Glicério de linha da máquina.
Falar "Vou na Cidade" referindo-se ao centro comercial.
Reproduzir uma notícia da cidade publicada no Viver em Santos (Tu viu? Não! Tá no viver em Santos!).
Odiar o Beto Mansur.
Andar de carro pela avenida da praia e considerar um passeio.
Apostar que não tem mais espaço para construir outro grande empreendimento (Porém o grupo Mendes sempre dá um jeitinho).
Namorar na orla da praia (Depois de dividir um lanche no prato de calafrango com um suco de morango com leite.....)
Torcer para o Santos Futebol Clube.
....E por aí vai, são muitos costumes só nós santistas no final de um domingo sabemos dizer...😉


Thayla Jusis para Tudo sobre Santos
8 hSantos

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

SOU RESPONSÁVEL...!!!


SOU RESPONSÁVEL...!!!

Sou responsável pela Paz…
• Se direciono correta e construtivamente os poderes da minha mente.
• Se concedo ao meu semelhante o direito pleno de se expressar, de acordo com o seu próprio entendimento das verdades da vida.
• Se reconheço que os meus direitos cessam quando se iniciam os direitos de outros, e aceito isso como um mínimo indispensável de disciplina.
• Se faço uso dos poderes interiores para criar as minhas próprias oportunidades.
• Se consigo promover a evolução dos que me cercam, sem considerar ameaçada a minha posição, e entendo que esta é a minha maior fonte de sucesso.
• Se compreendo que as Leis Divinas diferem das criadas pelo Homem, e que nenhum direito divino especial é concedido a alguém unicamente por seu berço.
• Se reconheço que os recursos naturais devem servir indistintamente a todas as formas de vida, e que não me cabem direitos exclusivos sobre eles.
• Se compreendo que nada é mais livre do que o pensamento e que o pensamento construtivo transforma o Homem, direcionando-o à sua verdadeira meta.
Compartilhado-AMORC

O LIVRE ARBÍTRIO!!!


Livre-arbítrio
O LIVRE ARBÍTRIO!!!

Através dos séculos, a questão do livre arbítrio tem provocado muitas discussões e disputas filosóficas. O Homem é o dirigente do seu destino ou ele é impulsionado por decretos naturais e divinos que o conduzirão a pontos predeterminados da sua evolução, a despeito da sua vontade?
A liberdade em qualquer uma das suas utilizações é um conceito relativo. Depende de questões prévias como: livre de quê? e livre para fazer o quê? Provavelmente, não existe algo como a liberdade absoluta, visto como cada elemento da vida está confinado, pelo menos, às limitações da sua própria constituição. A própria natureza não pode ser outra coisa senão aquilo que é. O Cósmico existe, e, nessa declaração, confinamo-lo à existência eterna. Ele não pode deixar de existir ou cessar a sua existência.
No mundo menor do microcosmo, diz-se que uma árvore é livre para crescer, mas o seu crescimento é confinado às suas limitações próprias. Ela só pode crescer onde está, só pode fazê-lo até determinada altura e dentro de certo ritmo. Ela só poderá ser do tipo de árvore contido na semente da qual se derivou.
Referentemente à vontade, sabemos que o seu ato denota liberdade. O uso da palavra livre, com a palavra vontade, é supérfluo. O fato de termos vontade significa que podemos escolher, e a escolha é a própria essência da liberdade. É a determinação entre as alternativas, a base da decisão. Se podemos escolher entre várias alternativas, somos, por isso mesmo, livres para escolher. Se não fôssemos livres para escolher, não teríamos, na realidade, a possibilidade de escolha. A escolha, ou vontade, é do mesmo modo limitada. Ela está confinada às alternativas entre as quais a escolha deve ser feita.
O Homem, com a sua vontade, assemelha-se a um comandante de navio quando no mar. É livre, sob certos aspectos, e está confinado, somente, aos limites que lhe são impostos pela natureza da própria existência. Um comandante de navio pode fazer várias escolhas. Pode prosseguir devagar ou rapidamente, para Leste ou para Oeste, diretamente, ou fazendo movimentos e curvas, para este ou aquele lado. Mas, estará sempre no mar. Estará sujeito às suas ondulações, às suas calmarias e às suas correntes. Ele é, também, comandante de um navio, um veículo com várias limitações. Só poderá escolher onde o mar e o navio permitirem uma escolha.
O Homem tem muitas escolhas possíveis, mas ele só pode escolher aquelas que o seu veículo físico e o seu ambiente lhe permitirem. Como o comandante de um navio, o Homem tem um objetivo, uma meta para a qual está se dirigindo, a meta é harmonia ou paz mental. Como as determinações da harmonia devem ser confrontadas pelo Homem, ele realmente não tem outra alternativa senão esforçar-se por viver em harmonia com a vida.
Assim, enquanto ele é comandante do seu destino e pode escolher dentre muitas alternativas, deverá, de preferência, selecionar o rumo que o conduzirá mais rapidamente ao seu objetivo. Em virtude dos meios para alcançar a harmonia estarem presentes, ele é realmente conduzido por forças naturais e divinas, para pontos mais avançados da sua evolução, e, como ele alcança o ponto para qual se dirigia, dizemos que é predestinado. Entretanto, ele não é, nem mais nem menos, predestinado, do que um comandante de navio, que chega a um porto de escala há muito antecipado.
 Arthur C. Piepenbrink, FRC
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O APÓS VIDA!!!

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O APÓS VIDA!!!

A morte ocorre no momento da separação do corpo psíquico do corpo físico. Também aprendemos que durante alguns dias o falecido ainda continua preso aqui, no corpo psíquico e, posteriormente, haverá aquilo que podemos chamar de “segunda morte”, quando a consciência abandona o corpo psíquico e vai ocupar o plano de consciência correspondente ao seu nível de evolução. Assim como o corpo físico do falecido fica sem vitalidade, sem consciência, ocorre o mesmo com o corpo psíquico que também não possui consciência, já que esta é um atributo da alma
Se a vida é movimento e ação é óbvio supor que a vida espiritual seja exatamente o oposto, de quietude e contemplação. Assim, a nossa consciência, nos planos espirituais em que ocupamos (o nível em que nos encontramos antes de nos iluminarmos ao atingir a consciência cósmica), não é agitada pelos fenômenos e acontecimentos (fatos) como ocorre no contato com a matéria.
Estamos vencendo nossa condição animal para, assim, nos humanizarmos. E, temos esta oportunidade toda vez que encarnamos e nos deparamos com situações criadas pelo ego que nos obrigam a profundas reflexões para vencê-las, através do sofrimento dos erros causados por ele mesmo. Certamente que estamos ainda no processo de humanização e, para tanto, precisamos vencer e superar nossa condição e tendência animal.
A conclusão lógica deste raciocínio é que quanto mais vezes uma personalidade-alma tenha se encarnado, mais o domínio do ego sobre esta é menos acentuado, da mesma forma que uma personalidade que esteja apenas em suas primeiras encarnações estará completamente dominada por ele.
A ideia que concebemos em relação ao após vida determina o nosso modo de viver. Certamente são as nossas crenças que têm nos impedido de alcançarmos a bela simplicidade das leis que envolvem o nascimento e a morte.
 Hideraldo Montenegro F.R.C.
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MUITO MAIS DO QUE BELEZA!!!

Muito mais do que Beleza
MUITO MAIS DO QUE BELEZA!!!

Alguma vez você já desejou ser a rosa, o Sol que nasce a cada dia ou o pássaro que revoa nas alturas? Todos nós, uma ou outra vez, desejamos ser parte deles. Então, é bom saber que, com nossa alma, podemos fazer parte de todos eles. Somos todas parcelas da energia de espírito que conforma os elementos da natureza.
Frequentemente falta-nos a consciência de que fazemos parte do todo que criou as maravilhas da natureza que nos circunda. Somos parte da flor e do pássaro. Nosso “espírito” compreende intuitivamente o que significa voar com asas e ter a beleza da flor.
É difícil compreender, portanto, que existam pessoas que considerem a rosa simplesmente algo que nasce, é regado, cresce até a maturidade, é polinizado e então morre; que existam pessoas que pensem no Sol apenas como um objeto que surge no Leste e põe-se no Oeste, em torno do qual gira a Terra; ou os que encarem o voo do pássaro apenas em termos de correntes aéreas e resistência dos ventos.
Entretanto, estas coisas possuem sentido muito mais profundo para o nosso ser interior, como criações da beleza, atingem o nosso íntimo e nos estimulam a criar um senso interior de paz e unidade. Ajudam-nos a desenvolver nosso ser espiritual.
Quando compreendemos a plena expressão dessas maravilhas, verificamos que elas significam muito mais para nós do que apenas forças vibratórias da natureza, muito mais do que coisas belas que podemos contemplar. Elas respondem à nossa necessidade de expressão interior. Elas constituem realização para nosso íntimo espírito criativo.
 Gael Robertson, FRC

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UM SEGREDO ÁUREO!!!

Ordem Rosacruz


UM SEGREDO ÁUREO!!!
Há milhares de anos, no Egito, o Homem iniciou a investigação dos mistérios que o circundavam. A primeira e mais maravilhosa das descobertas que fez foi a da dualidade do Eu. Ele constatou que, além do corpo físico, com seus membros e órgãos, existia uma natureza ou elemento etéreo em seu Ser. O Homem tornou-se, então, pela primeira vez, verdadeiramente autoconsciente, ou melhor, consciente do transcendente Eu Interior. De onde veio essa essência de sua natureza, ou Eu? Ela não poderia ser afetada por aquilo que infligia dor ao corpo, pelo calor, frio ou fome. Poderia estar ativa, pensar e idealizar enquanto o corpo estivesse em repouso, ou mesmo adormecido. Além disso, o que lhe aconteceria no fim da vida, ou morte? Era ela indestrutível? Sobreviveria? Com perguntas semelhantes confundindo a mente dos antigos egípcios e, não obstante, despertando o seu interesse, iniciou-se uma busca que jamais terminou por parte dos homens e mulheres inteligentes em todo o Universo.
No fenômeno comum da vida cotidiana, na observação do início e fim das estações, no fluxo e refluxo das marés, no crescente e minguante da Lua, os homens primitivos descobriram a Lei dos Ciclos, a periodicidade de toda a Natureza. Com a morte periódica das plantas e seu renascimento na primavera, convenceram-se da ressurreição da Natureza, uma admirável imortalidade das coisas viventes. Tudo isso aumentou sua sede de conhecimento.
Examinemos os fatos. Sua vida é influenciada por muitas coisas inexplicáveis – fenômenos e ocorrências, que às vezes você não pode explicar ou controlar. Poderia, mesmo, taxá-los de sobrenaturais; pode mesmo rir-se a seu respeito. Não obstante, eles são os fatores, diretos ou indiretos, que o impedem de realizar algum ideal, algo que está procurando alcançar ou conseguir, ou de libertar-se de preocupações e lutas. Você teve, por exemplo, essas sensações estranhas? Já encontrou pessoas, pela primeira vez, apresentáveis em aparência, mas, que algo, sem explicação, despertou-lhe uma onda de desconfiança e antipatia pela mesma? Por que? Essa é uma manifestação da aura humana. Hoje já sabemos cientificamente que o corpo emana esta radiação. Essa emanação tem um poder místico muito prático, que era e é conhecido pelos estudantes das ciências herméticas.
Estes mistérios e potencialidades do Eu estão sendo, cada vez mais, de domínio dos indivíduos. Todos as novas descobertas científicas têm colaborado para que, um número cada vez maior de pessoas, se interesse por estudar e desenvolver estas habilidades inerentes a todos seres humanos. O nosso século está, indelevelmente, marcado pelo crescimento de muitas organizações que se dedicam a orientar e desenvolver estes atributos. Porém, estes conhecimentos não são novos. Os egípcios já dominavam grande parte deles, assim como, muitos outros povos ao longo de nossa história.
Podemos observar, de tempos em tempos, pessoas que se destacaram nos diversos campos da ciência e que possuíam qualidades especiais. Via de regra, elas estavam ligadas a organizações preocupadas em despertar este poder interior, latente no ser humano. Parece que, a simples descoberta destas potencialidades, adicionada à algumas técnicas de desenvolvimento e despertar, contribuíram para criar personalidades importantes para a mudança de nossa história.
Como teriam obtido tais informações? Será que faziam parte de uma classe especial de seres, ou teriam adquirido um conhecimento que lhes proporcionou um desenvolvimento acima da média de seus contemporâneos? Esta mensagem não tem a intenção de responder a estas questões, mas provocar algumas reflexões e trazer a Luz de nossa consciência assuntos que sempre angustiaram muitas pessoas.

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A PACIÊNCIA!!!




A PACIÊNCIA!!!

Como todas as virtudes inerentes à alma humana, a paciência contribui para o nosso bem-estar e facilita nossas relações com os outros. Por isso pessoas pacientes são ao mesmo tempo uma boa companhia para si mesmas e para os outros. Sabendo perfeitamente que a vida é feita de imprevistos que retardam algumas consecuções ou geram contratempos que independem de sua vontade pessoal, elas sabem esperar e se adaptar às circunstâncias, o que constitui uma forma de autodomínio. Ao contrário, os impacientes se irritam quando as coisas não se desenrolam como previsto, especialmente quando sofrem algum atraso em suas atividades, profissionais ou outras. Assim agindo eles perturbam inutilmente sua harmonia interior e se colocam num estado mental e emocional negativo, o que quase sempre atrai para eles uma série de desgostos.
A paciência está seguramente ligada à importância que cada um dá ao tempo. A partir do momento em que faz dele um elemento fundamental de sua vida, a pessoa só pode mesmo sentir-se perdida quando não mais o domina. Por extensão, a impaciência se manifesta quando se tem a sensação de “perder tempo”, quer esta sensação tenha fundamento ou não.
À ideia de ter de esperar ou de não poder fazer o que havia previsto num dado momento, o impaciente se exaspera, se estressa e, muitas vezes, torna-se desagradável para com os que o cercam. Ao invés de se adaptar às circunstâncias e aceitá-las filosoficamente, ele as rejeita e se lhes opõe, criando com elas uma relação conflituosa da qual não pode sair vencedor.
Posto que a paciência é uma virtude da alma, a impaciência é por oposição uma fraqueza do ego, isto é, do nosso Eu objetivo, como aliás é o caso de todos os defeitos da natureza humana. Para sermos mais exatos, ela revela incapacidade para viver o momento presente, principalmente quando este é desagradável. Portanto, ser paciente é fazer abstração do futuro, especialmente quando o fato de pensar no futuro suscita em nós desgostos ou ideias negativas em relação à situação presente. Em outras palavras, é sermos capazes de transmutar uma espera em um estado de consciência em que não tenhamos a sensação de nos aborrecermos ou de “perdermos tempo”. Como? Esquecendo todas as razões que poderiam justificar nossa impaciência e nos concentrando, a despeito de tudo, em pensamentos positivos e construtivos.
Em última análise, há tantas razões para nos mostrarmos pacientes quantas circunstâncias em que somos obrigados a esperar ou enfrentar contratempos. Seja como for, a impaciência nada resolve, já pelo fato de que não pode reduzir as horas, os dias, as semanas, os meses ou os anos. Ao contrário, ela mostra nossa incapacidade para dominar o tempo ou, mais exatamente, a compreensão objetiva que dele temos.
Assim, ao invés de nos impacientarmos inutilmente, devemos extrair da nossa vontade a força para aproveitarmos essa espera ou esse contratempo para refletir sobre coisas positivas ou até para meditar sobre temas filosóficos. Em segundo lugar, é verdade que “Quem espera sempre alcança”. Seja no plano material ou no espiritual, precisamos, portanto, confiar na Divina Providência e partir do princípio de que tudo chega a seu tempo, no momento em que estamos prontos para tirar das coisas as lições mais úteis à nossa evolução interior.
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AMOR À NATUREZA!




AMOR À NATUREZA!!!
Para aquele que, por amor à Natureza, estabelece comunhão com as suas formas visíveis, ela se expressa de maneira diferente…
Estas palavras, de um poema de William Cullen Bryant, dizem-nos que o Homem pode dirigir sua atenção para o mundo natural ou fenomenal que o cerca.  Estas palavras estabelecem a ideia de que o ser humano não é uma ilha. Ele é parte de uma criação da qual participa, e espera-se que sua participação seja em base recíproca, isto é, que ele se beneficie com os frutos da Natureza, relacionando-a consigo mesmo.
A linguagem da Natureza, conforme menciona o poeta, significa muitas coisas, para muitas pessoas. Pode significar apenas um lugar de repouso, para recreio, distante da agitação. Pode significar a oportunidade para desenvolver grandes projetos, ou, superficialmente, refletir o fato de que a pessoa apenas sabe que é parte de algo maior do que si mesma.
Atualmente, está sendo dispensada grande atenção à Natureza e à conservação dos recursos naturais. Voluntariamente, organizações têm sido formadas para preservar a vida na forma em que se apresenta em seu estado natural, para preservar regiões do mundo nas condições criadas pela Natureza e para difundir a filosofia da reverência pela vida e a crença de que toda manifestação de vida tem alguma finalidade e que devemos reconhecer o seu direito de se expressar.
A Natureza é a nossa percepção objetiva do esquema Cósmico. Não podemos ver além do limite de nossos sentidos físicos, porém, podemos compreender que exemplo tão complexo, representado pela multiplicação das formas viventes, tanto animais como vegetais, e pelo movimento dos corpos celestes, em um universo imenso e complicado, indica que há mais em toda a Natureza do que, apenas, as opiniões do Homem.
É dever do Homem estabelecer uma relação harmônica com o seu meio ambiente. O Rosacruz considera a Natureza como a soma total de seu próprio ambiente e como uma expressão das forças que a ela deram existência. Por essa razão, ele respeita a Natureza em todas as suas formas, e acredita que tanto ele como a Natureza fazem parte de um esquema Cósmico, do qual apenas pode perceber uma parte insignificante.
Procura, ao máximo de sua capacidade, conhecer e sentir as várias obrigações e privilégios do viver, de modo que sua autoconsciência como entidade física, em um mundo de inúmeras entidades físicas, torna-o mais consciente de ser uma parte da Natureza e, consequentemente, de um vasto esquema Cósmico.
Com essa compreensão, o Homem alcança certa relação harmônica com todas as expressões que sintetizamos no vocábulo Natureza. Como entidade em evolução, pelo seu conhecimento das leis naturais, o ser humano pode estabelecer relação mais estreita com todas as outras formas de vida, com o ambiente em que se expressa a vida e com a fonte da própria vida.
Arquivos Rosacruzes
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TEMPESTADES!!!


TEMPESTADES!!!



Você já ouviu alguém dizer: “Que tempo horrível! Não há o que fazer senão ficar em casa, olhando para as paredes”?  – Bem, esta conclusão talvez seja um tanto precipitada.
Embora certas condições de clima realmente não sejam propícias à passeios, elas podem proporcionar oportunidade para a expressão do nosso Eu psíquico. Algumas pessoas afirmam que a atmosfera de um dia tempestuoso suscita introspecção. Durante um período assim, parece ocorrer um impulso de “olhar para dentro”, que às vezes resulta em “exacerbada sensibilidade aos nossos próprios pensamentos”, como o expressou um jovem. Pode até ocorrer uma intensificação da nossa capacidade criadora. Como escritor, posso endossar esta impressão. Algumas de minhas ideias mais fecundas sucedem quando a atmosfera está carregada ou quando está chovendo, precisamente devido ao sentimento de introspecção que estas condições suscitam em mim.
Se certas condições atmosféricas comumente expressas como “atmosfera carregada” realmente nos afetam, como foi acima descrito, talvez nos seja útil encarar esses dias como particularmente propícios à exploração do nosso próprio âmago. É possível que ideias muito úteis e fecundas ocorram mais facilmente nesses dias em que o Eu exterior se torna mais sereno e mais receptivo a impulsos interiores.
Se nos detemos para pensar nisso tudo, não parece inconcebível que certas condições atmosféricas possam afetar nossa natureza psíquica, especialmente se aceitamos, como aceitam os Rosacruzes, a ideia de que somos partes intimamente integrantes da energia cósmica, em nós mesmos e ao nosso redor, de modo que um impulso que ocorra num dado ponto há de afetar todos os outros pontos, de algum modo. Os chineses chamaram essa energia de Ch ‘i e, os hindus, de Prana; e, para os que assistiram ao filme Guerra nas Estrelas, este conceito foi sintetizado na ideia de “a Força”.
Pode-se argumentar que é simplesmente a diminuição da atividade normal, durante dias chuvosos, que nos torna mais introspectivos e que isto nada tem a ver com as reais energias que nos cercam. Talvez isto seja verdadeiro, pois a existência dessas energias ainda não foi plenamente comprovada. Não obstante, aqueles que estão apenas interessados em aproveitar cada dia ao máximo podem concluir que essa comprovação não é criticamente importante. Como disse alguém, muito apropriadamente: “Não há como um dia chuvoso para fazer fluírem as ideias … “.
Da próxima vez que uma tempestade ou uma chuva comum lhe impedir de fazer um piquenique ou dar um passeio de carro, canalize suas energias num outro sentido. Desenhe, pinte, escreva – pense! Libere seus sentimentos. Talvez encontre alguma coisa, em seu próprio âmago, que ignorava ali existir.
 Michael Vaccola, FRC
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EM TEMPOS DIFÍCEIS...!!!


EM TEMPOS DIFÍCEIS...!!!




Em tempos difíceis de viver, as técnicas místicas que aprendemos têm seu maior potencial de sucesso. Quando a vida está muito cômoda, alcançamos pouco êxito em aplicar os princípios que poderiam produzir as circunstâncias que desejamos estabelecer na nossa vida.
Mas, quando nos defrontamos com emergências e problemas difíceis, a aplicação de princípios místicos é mais poderosa, de modo que resultados quase milagrosos podem ser observados. A experiência de muitas pessoas mostra que resultados notáveis podem ser obtidos quando um apelo sincero e devotado é feito ao Cósmico, depois que tudo o mais falhou. Esses resultados devem nos trazer o conforto e a confiança de que o Cósmico se predispõe a trabalhar em nosso favor durante momentos de grande necessidade.
Estes princípios de assistência cósmica têm maior eficácia em momentos de emergência ou grande tensão. Podemos constatar que, quando o nosso apelo ao Cósmico é forte e persistente, os resultados logo são percebidos. Isto se aplica principalmente àqueles que têm seguido a senda mística, levando a vida mística que a caracteriza.
Vida Harmoniosa
Viver em harmonia com o Cósmico requer mais do que simplesmente meditar por alguns minutos todos os dias e ler literatura mística. Implica levarmos uma vida mística, vivendo segundo as condições que ela de nós exige. Estas condições consistem em que devemos nos tornar tão tolerantes como o Cósmico, tão mentalmente abertos como o Cósmico, tão amorosos como o Cósmico e igualmente abrangentes ou universais em nossos pensamentos e em nossa conduta.
Se, em nossos pensamentos e em nossa conduta, somos preconceituosos, egoístas, invejosos, ciumentos, ou dados ao ódio, nenhuma harmonia com o Cósmico pode existir, mesmo que nos entreguemos a estes sentimentos inarmônicos apenas ocasionalmente. O ritmo central do nosso viver diário deve ser bondoso, amoroso e generoso, cheio de nobre exaltação e compreensão solidária. Devemos aceitar o fato de que existem forças espirituais no âmago do nosso ser e no universo, e procurar nos harmonizar diariamente com as mesmas. Isto é levar vida mística e estar em harmonia com o Cósmico. O Cósmico nos protegerá, nos aconselhará, cuidará de nossas necessidades e responderá prontamente, com todas as forças necessárias, ao seu comando.
Levar esta vida não é tão difícil quanto podemos crer e nossas experiências na vida nos proporcionarão toda oportunidade de alcançarmos a compreensão correta de como devemos reagir a todas as circunstâncias com que nos defrontamos, desde que desejemos e busquemos o autoaprimoramento.
Está passando rapidamente a fase em que meramente lermos acerca da vida mística terá qualquer valor para nós. Devemos nos envolver, dedicando nossa vida a algum objetivo útil ou perderemos as oportunidades de um ciclo.
Qualquer que seja nossa meta na vida, quaisquer que sejam nossos desejos de realização pessoal, a vida mística pode torná-los possíveis. O vivermos em harmonia com o Cósmico revela talentos e aptidões que pouco suspeitávamos possuir. Sentimos então que nossa mente ou consciência é elevada e carregada de poder e desejo de sucesso em tudo o que fazemos, e que o nosso coração, todo o nosso ser, enche-se de amor espiritual pela humanidade. Nosso pensamento será mais tolerante, nossa solidariedade e nosso sentimento de compaixão se tornarão mais fortes. A vida nos trará maiores alegrias, mais felicidade, e sentiremos um propósito divino em nossa missão na vida, o qual trará a maior de todas as recompensas: Paz Profunda.
 Robert E. Daniels, FRC.
Compartilhado - AMORC!


A EDUCAÇÃO... !!!

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A EDUCAÇÃO... !!!


A Educação orientou-se para “fora”, preparando caminho para múltiplas especializações. Todas as formas de conhecimentos, insuficientes por si próprias para assegurarem aos jovens uma posição social economicamente orientada, foram progressivamente abandonadas. A juventude, sentindo, ainda que de forma nebulosa, a perda de identidade, lançou-se numa busca quase desesperada de novos valores.
Essa reação desamparada de filosofia, que pudesse definir o verdadeiro sentido da liberdade, redundou, como é facilmente compreensível, em comportamentos distorcidos e, consequentemente, não logrou de imediato a compreensão da sociedade. Instalou-se, dessa forma, uma crise de proporções imprevisíveis. Em algum momento, entretanto o senso comum foi mobilizado e surgiu aquilo que presentemente constituí opinião unânime daqueles que se ocupam com a tarefa da Educação: a conscientização da necessidade de reformulação dos métodos e da qualidade do ensino.
(Compartilhado)