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quarta-feira, 1 de maio de 2024

SACUDIDA... PELO VENTO!

 



SACUDIDA PELO VENTO…!


O vento não me sacode, nem me tira o sorriso.

Uma tempestade forte sopra lá fora, mas não é suficiente para me empurrar, nem para me roubar a memória do tempo que voa à frente dos meus olhos.

A vida são esses momentos únicos que só valorizamos quando se tornam lembranças. São segundos em que o grito das emoções se continuará a fazer ouvir por tudo o que ficou no lado de dentro, onde poucos conseguem chegar.

Viver é raro, a maioria de nós limita-se a sobreviver e sonhar com esse diamante a que todos chamamos felicidade. A felicidade que é tão rara e que passa por nós tão veloz que por vezes nem sequer temos tempo de lhe sentir o cheiro.

A vida são todos os momentos que nos arrepiam a pele num breve instantes, que quando tentamos tomar-lhe o gosto perceberemos que durou algumas horas. Durou o tempo suficiente para que não mais o tenhamos esquecido. Tudo o resto são preces que fazemos ao destino pedindo-lhe para que nos empreste uma gotas dessa felicidade para que o sorriso ganhe brilho e o coração cante a sinfonia do amor que nos faz ver tudo de outra cor.

Vivemos nessa penumbra, onde a luz quase não entra e cortina dos sonhos tapa tudo com a ilusão de um futuro que não sabemos se irá chegar.

O vento não me sacode o que me abana é pensar no que deixo de viver.


EU... E A FORMIGINHA!

 



EU… e a FORMIGUINHA!


Muitas vezes, de onde menos se espera recebemos uma lição de vida. Estava sentado na porta de casa e vi uma formiguinha carregando uma folha que deveria ter no mínimo 20 vezes o seu tamanho e peso.

Fazia aquela tarefa com muita dificuldade, empurrando ou carregando sobre a cabeça.

Por vezes, o vento derrubava a formiga e a folha. Foram muitos os tropeços e recomeços.

Pensei em interferir ajudando de algum modo. Mas como? Talvez, se agisse, eu poderia até mesmo dificultar ainda mais o trabalho dela.

Resolvi continuar observando.

Os empecilhos que ela encontrou não foram suficientes para lhe provocar desanimo.

Por fim, alcançou um pequeno buraco que supus ser a porta do seu habitar. Que ser formidável, pensei.

Quanta obstinação.

Na verdade, ela apenas tinha acabado uma etapa do seu trabalho.

A folha era muito maior do que a entrada do formigueiro e ela precisava colocá-la para dentro.

Então, ela largou a carga ali fora e entrou.

Na hora pensei no velho ditado popular: “Nadou, nadou e morreu na praia.” Surpreendentemente, um batalhão de formigas surgiu do buraco, começou a desmembrar a folha em pequenos pedaços e transportá-los para o seu interior.

Pareciam estar alegres e em pouco tempo todos os pedaços da folha e as formigas desapareceram.

Tudo acabou.

Porém, continuei sentado ali na porta de casa absorto e a refletir sobre aquele ensinamento.

Quantas vezes desanimamos diante do tamanho da tarefa ou dificuldade? Quantas vezes nos falta persistência, força e determinação?

É muito comum acharmos que recebemos um fardo maior do que podemos suportar.

Agradeci a Deus por ter colocado a formiguinha na minha porta para mostrar que sonhos não morrem, apenas adormecem na alma da gente aguardando para ser realizado.

Reflita isso!



VENHO... SIM! MAS DE ONDE?

 





VENHO… SIM! MAS… DE ONDE?


" Venho de um tempo em que as pessoas se compreendiam com um Olhar.

De um tempo que não era proibido sonhar!

Tocar a alma era permitido e o Amor sempre se fazia presente.

Um tempo em que tínhamos tempo para admirar o pôr-do-sol, deitar na grama, mergulhar no rio, sorrir sem motivo e amar sem razão…

Um tempo em que a Vida era Vida de Verdade!

Sou alma antiga que nos dias de hoje anda perdida e que procura na Noite, na Lua, nas Estrelas, na Poesia, uma esperança de que o passado de alguma forma ainda sobrevive, mesmo que nas sombras"

PERGUNTEI... SIM!

 



PERGUNTEI SIM!


Perguntei ao mar que estava tranquilo e sereno:

De onde eu vim?

Ele me respondeu que assim como as ondas que vão e vem, eu também já estive aqui várias vezes e como o próprio mar eu nasci como pequeno fio d'água e fui me transformando em riacho,

me juntei a outros fios d'água e virei um rio que um dia vai se encontrar com o mar, pois todos nós viemos e voltaremos para o mesmo Criador.

Perguntei ao vento que suavemente tocou o meu rosto:

Para onde eu deveria ir?

O Vento respondeu que eu deveria seguir sempre em frente, mas avisou que durante o meu caminho eu iria encontrar montanhas difíceis de se transpor,

outras correntes mais fortes e fenômenos da natureza que nem sempre me seriam favoráveis.

Com todas as dificuldades o meu caminho é seguir em frente sempre, que não iria me faltar ajuda nessa caminhada e no fim da estrada eu encontraria o meu destino.

Perguntei ao pássaro que ali passava:

Com o que eu deveria me preocupar para ser feliz?

Ele me respondeu que deveria ser com o dia de hoje.

Que o dia de ontem não poderia ser modificado e o mesmo nos serviria como placa indicando um caminho.

Lembrou-me que o amanhã pode não chegar e carregar nossos planos.

Carregue apenas o que puder levar na grande viagem, seu caráter, sua doçura, seu esforço, sua capacidade intelectual e sua moral.

Perguntei então a grande nuvem no céu

Para onde eu iria depois da minha jornada?

Ela me respondeu que todos os dias,

nós construímos uma escada com nossos atos e pensamentos.

Essa escada é exatamente do tamanho do lugar que podemos e merecemos alcançar.

Quanto mais o bem praticares, mais alto te levará essa escada, disse a nuvem com sabedoria.

Eu olhei de novo para o céu, e parece-me ter visto uma grande mão me acenando, senti-me pequeno diante da grandeza do Universo, mas, enorme diante da bondade de Deus.

E foi assim que eu aprendi a construir e viver um dia de cada vez e assim, a vida fica mais leve e feliz.



OS MEUS EUs...

 




OS MEUS EUs…


Tenho andado de mãos dadas com um Eu que não é meu…

Só quando encontrei o meu Eu é que me senti amada…

Por imposição me moldei, por amor me transformei…

Tenho andado de mãos dadas com nada caminhamos na mesma estrada…

E nunca me cruzo comigo, o EU que fui nunca se cruzou com o Eu que agora sou…

São dois Eus tão antagônicos que tão pouco têm em comum de tão contraditórios…

Nem eu sei se gosto de algum, ambos têm coisas boas e também coisas ruins…

Um cheio de jovialidade outro pleno de saudade…

Um sente com o coração o outro vive da razão…

A nenhum posso dizer não … pois complementam-se na perfeição…



quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

NUNCA... MAS NUNCA MESMO...!

                           



                                          NUNCA… MAS NUNCA MESMO…!


Nunca se julgue velho demais para comemorar aniversários
nem para fazer coisas que você sempre fez.

Nunca desista dos seus sonhos só porque imagina
que eles nunca se tornarão realidade.

Nunca jogue fora o seu entusiasmo pela Vida,
crendo que está velho demais para isso,
pois não é o que você sente, mas sim o que lhe disseram.


Mesmo que os seus passos já não sejam tão largos
quanto os passos de um adolescente,
mesmo que lhe pareçam muito diferentes
as coisas que antes você enxergava de outra forma,
não deixe a soma das décadas transformá-lo
num ser amargo e sem esperanças.

Há um profundo vale dentro de nós onde a primavera é eterna…

Onde há sons de tristeza e onde os pássaros sempre cantam...



Com a idade cresce nossa sabedoria
e ela é uma bênção para todos nós.
Exiba os anos vividos como quem carrega um estandarte,
girando-o brilhantemente em direção do sol.

“Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si.”
(Ayrton Senna)



QUANDO A VIDA DITA AS REGRAS...!

 



                               QUANDO A VIDA DITA AS REGRAS...!



"A gente trilha para o sul acreditando que este é nosso caminho.


Aí vem a vida e te joga para o norte, te obriga a refazer o mapa, mudar de rota.
Tem problema 
não... a gente respira, se enche de coragem e vai!

O importante é não esquecermos, que onde quer que estejamos, se mantivermos a fé e a alma limpa, nuvens 

escuras e ventos fortes vão existir...

 mas sempre existirá o brilho e a luz do Sol."


Contra a força do destino, a única insistência e resistência deve ser sempre a do Bem.

Pense nisso!