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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

CONTEMPLANDO O BELO...!


CONTEMPLANDO O BELO...!

É nas coisas simples e anônimas que se encontram os maiores tesouros da emoção...
Contemplar o belo é fazer das pequenas coisas um espetáculo aos nossos olhos.
 É dialogar com os amigos, elogiar as pessoas, amar os desafios da vida.
 É admirar as crianças, ouvir as histórias dos idosos.
É descobrir as coisas lindas e ocultas que nos rodeiam.
 É admirar as nuvens, o canto dos pássaros, o baile das folhas sob a orquestra do vento.
 É perceber além das imagens e das palavras.
 Creio que menos dez por cento das pessoas sabem contemplar o belo. Quem despreza essa lei tem uma alegria fugaz, uma emoção superficial.
Contemplemos então... o que é realmente BELO...!

O MUNDO ESTÁ SÉRIO DEMAIS...!


                               O mundo está sério demais...!

O mundo ficou tão sério que hoje em dia rir junto é quase uma missão impossível...
O mundo sem sorrisos é um mundo sem cor, sem sabor, sem amor...

Reflitam!

O mundo está sério demais.
O sorriso há muito tempo deixou de ser manchete. Foi substituído pelas misérias humanas...

Devemos desligar um pouco a TV, fechar um pouco os jornais e voltar a fazer coisas simples: andar descalço na areia, cuidar de plantas, criar animais, fazer novos amigos, conversar com vizinhos, cumprimentar as pessoas com um sorriso, ler bons livros, meditar sobre a vida, expandir a espiritualidade, escrever poesias, rolar no tapete com as crianças, namorar nosso marido ou nossa mulher, rir de nossa seriedade, fazer do ambiente de trabalho um oásis de prazer e descontração.

Aparecer de vez em quando vestido de palhaço para nossos filhos ou para as crianças internadas nos hospitais.
Aquietemos nossa mente, mudemos nosso estilo de vida.
Mudemos nossa agenda.

As pessoas gostam de conviver conosco?
Ainda que não tenhamos dinheiro, se formos uma pessoa agradável, somos uma pessoa rica.
Se formos desagradáveis, ainda que milionárias, seremos somente apenas suportáveis...
Como nós somos???.


Augusto Cury

APRECIAR A VIDA!



Apreciar a vida!

Valerá a pena nascer?
Viver num mundo repleto de maldade, violência, corrupção, ganância, sofrimento, infelicidade?
Vamos virar a moeda?
Prestar atenção à beleza e no que traz felicidade?
 Se olharmos para a natureza encontraremos, com certeza, motivação para viver, lutar, crescer, e, assim, muita coisa mudar.
Há tanto para sentir, tanto para apreciar: Um por do sol, ou alvorecer; A noite enluarada, com estrelas a brilhar; As florestas e os campos com sua harmonia de cores; O pássaro com seu harmonioso gorjear; A areia branca a ser beijada pelo mar; O desabrochar das mais belas flores.
 Ter nos braços o filho tão desejado Vê-lo, pela primeira vez, sorrir, Segurar sua mãozinha... Ensiná-lo a andar, ouvir, encantado seu primeiro balbuciar!
 Por isso e por muito mais, apesar dos solavancos da vida, vale a pena aqui chegar, O que é bom apreciar... O errado, tentar mudar,
 A  Deus agradecer...

Viver e lutar!
Sil

DEUS NÃO TEM PRESSA...!


Deus não tem pressa...!

Você já se deu conta de que Deus não tem pressa?
A pressa é um dos maiores males dos tempos modernos.
 É como se a Humanidade desejasse acelerar os acontecimentos num período de tempo muito curto.
E a educação das nossas crianças não foge à regra.
Quando nosso filho procede com infantilidade aos cinco anos de idade, por exemplo, dizemos: Por que não se comporta como um homenzinho?
Qualquer pessoa sensata sabe que ele não é um homenzinho. Mas queremos que a criança aja como adulto, não porque seja bom para ela, mas porque é conveniente para nós.
 Talvez não porque achemos isso certo, mas porque estamos impacientes.
Roubamos os nossos filhos quando os fazemos atravessar às pressas a infância. Também a nós logramos porque perdemos a oportunidade de nos deixar contagiar pela sua inocência, sua curiosidade espontânea, sua admiração natural, sua alegria sem restrições.
Muitas vezes, a nossa impaciência impede o desenvolvimento de grandes inteligências e de grandes almas, porque esquecemos de que a assimilação do bem é um processo lento...
Certa vez, um pai perguntou ao Diretor de uma Universidade se o Currículo Escolar não poderia ser simplificado para que seu filho pudesse ir por um caminho mais curto.
Sem dúvida, respondeu o educador.
 Tudo depende, porém, do que o senhor queira fazer do seu filho.
Quando Deus quer fazer um carvalho, por exemplo, leva cem anos.
 Quando quer fazer uma abóbora, precisa apenas de três meses.
É comum nos esquecermos de que as engrenagens das nossas vidas estão interligadas com as do Criador.
 Assim sendo, como os dentes das engrenagens dos planos de Deus são mais fortes do que os das nossas, quando aceleramos mais que Deus, as nossas se quebram.
 E por essa razão, cansamo-nos, despedaçamo-nos!
A natureza nos oferece muitas indicações de que o nosso ritmo alucinado não é normal.
Quando saímos dos lugares superlotados, fugimos dos horários e andamos por entre as árvores que crescem devagar e as montanhas silenciosas que parecem estar sempre tranquilas, absorvemos um pouco da serenidade e da calma da natureza.
No entanto, não devemos confundir paciência com passividade, inércia, e esperar que tudo seja feito por nós.
 Paciência é determinação de começar cedo a empregar o tempo para realizar coisas úteis.
A melhor ilustração de tudo isso pode ser o caso da menina que disse à mãe, logo depois que uma senhora de cabelos brancos saiu de sua casa: 
Se eu pudesse ser uma velha assim, tão simpática e tão boazinha, não me importaria de envelhecer...
Está muito bem, respondeu a mãe. Se você quer ser uma velha assim, convém começar desde já, pois ela não ficou assim às pressas.
O Sol leva todo o tempo que lhe é necessário para nascer e se pôr.
Não é possível apressá-lo.
O gelo no lago se derreterá quando a temperatura do ar for apropriada.
As aves migratórias chegarão e partirão quando estiverem prontas para isso.
Até as invenções, sobre as quais o homem aparentemente exerce absoluto controle, só chegam no tempo próprio, quando a oportunidade amadureceu e a cultura está pronta para recebê-las.
Uma vez mais o Mestre de Nazaré tinha razão ao dizer:
 Primeiro a erva, depois a espiga, e, por último, o grão cheio na espiga.
Quis com isso dizer que tudo vem a seu tempo, sem pressa nem desespero.

Pensemos nisso!

HONRA TAMBÉM SE ENSINA...!




HONRA TAMBÉM SE ENSINA...!

É comum, em nossos dias, ouvirmos reclamações por parte de pessoas que se sentiram desrespeitadas em seus direitos.
É o médico que marca uma hora com o paciente e o deixa esperando por longo tempo, sem dar satisfação.
É o advogado que assume uma causa e depois não lhe dá o encaminhamento necessário, deixando o
 cliente em situação difícil.
É o contador que se compromete perante a
 empresa a providenciar todos os documentos exigidos por lei e, passados alguns meses, a empresa é autuada por irregularidades que esse diz desconhecer.
É o engenheiro que toma a responsabilidade de uma obra, que mais tarde começa a ruir, sem que ele assuma a parte que lhe diz respeito.
É o político que faz muitas promessas e, depois de eleito, ignora a palavra empenhada junto aos seus eleitores.
Esses e outros tantos casos acontecem com frequência nos dias atuais.
É
 natural que as pessoas envolvidas em tais situações, exponham a sua indignação junto à sociedade, e reclamem os seus direitos perante a justiça.
Todavia, vale a pena refletir um pouco sobre a origem dessa falta de honradez por parte de alguns cidadãos.
Temos de convir que todos eles passaram pela infância e, em tese, podemos dizer que não receberam as primeiras lições de honra como deveriam.
Quando os filhos são pequenos não damos a devida importância às suas más inclinações ou, o que é pior, as incentivamos com o próprio exemplo.
Se nosso filho desrespeita os horários estabelecidos, não costumamos cobrar dele a devida atenção?
Se prometem  alguma coisa e não cumprem não lhes falamos sobre o valor de uma palavra empenhada?
Ademais, há pais que são os próprios exemplos de desonra. Prometem e não cumprem. Dizem que vão fazer e não fazem. Falam, mas a sua palavra não vale nada.
É importante que pensemos a respeito das causas, antes de reclamar dos efeitos.
É imprescindível que passemos aos filhos lições de honradez.
Ensinar aos meninos que as filhas dos outros devem ser respeitadas tanto quanto suas próprias irmãs.
Ensinar que a palavra
 sempre deve ser honrada por aquele que a empenha.
Ensinar o respeito aos semelhantes, não os fazendo esperar horas e horas para, só depois, atender, como se estivéssemos fazendo um grande favor.
Enfim, ensinar-lhes a fazer aos outros  o que gostariam que os outros lhes fizessem, conforme orientou Jesus.
Não há efeito sem causa!

Todo efeito negativo, tem uma causa igualmente negativa.
Por essa razão, antes de reclamar dos efeitos, devemos pensar se não estamos contribuindo com as causas, direta ou indiretamente...
Pensemos nisso!

A ESPADA!


                                        A ESPADA!

por H. P. Blavatsky

No mundo profano, tem-se o costume de considerar a espada como uma tradição essencialmente guerreira e portanto, motivo de temor . Não se pode contestar que existe um aspecto guerreiro neste símbolo; porém, seu sentido esotérico transcende seu caráter de violência e é encontrado em várias Ordens e crenças religiosas, tais como no Islamismo, Cristianismo, bem como na maior parte das demais tradições.

A própria tradição Hindu, que não poderíamos chamar de essencialmente guerreira, possui também esse símbolo, como cita-nos o Bhagavad-Gita. 

Segundo a Doutrina Islâmica, no domínio social, ouso da espada na guerra, é válida enquanto dirigida contra aqueles que perturbam a ordem e unicamente, com o objetivo de reconduzi-los a essa ordem.

É claro que por conta dessa premissa, muito sangue inocente já tingiu a terra; pois a decisão do que está fora ou dentro da Ordem, geralmente é decidida por extremistas, sejam muçulmanos, católicos, protestantes, etc.
 No entanto, este aspecto do uso da espada é o chamado pelos próprios Islamitas como o menos essencial.
Existe  outro aspecto em que ela simboliza:  a luta que o homem deve conduzir contra os Inimigos da Luz e contrários à ordem e à Unidade de Deus.

A guerra sempre estabeleceu o equilíbrio e a harmonia (ou justiça) e assim, proporcionou a unificação de certo modo, dos elementos em oposição entre si.
 Isso quer dizer que o seu fim normal e sem dúvida sua única razão de ser, é a paz que só pode ser verdadeiramente obtida pela submissão à vontade divina,  colocando cada elemento em seu lugar com a finalidade de fazê-los todos concorrerem para a realização consciente de um mesmo Plano.

Citando novamente a Tradição Islâmica, existe uma frase de seu Profeta, que era pronunciada toda a vez que o exército muçulmano voltava de uma expedição contra os inimigos exteriores: -RAJÂNA MIN EL JIHÂDIL-AÇGHAR ILA L-JIDÂDILAKBAR. (Voltamos da Pequena Guerra Santa para a Grande Guerra Santa).
 Se a guerra exterior era apenas a Pequena Guerra Santa é porque só tinha uma pequena e secundária importância, em face da Grande Guerra Santa que era a guerra interna travada dentro de cada um, contra seus próprios demônios.
 A Grande Guerra Santa visa purificar o Templo Interior de cada Guerreiro.
 É evidente, nessas condições, que tudo o que serve à guerra exterior, pode ser tomado como símbolo no que se refere à guerra interior, o que é o caso em particular e em especial, da espada.

Podemos acrescentar que a espada é em geral associada ao relâmpago ou considerada como derivada dele, o que representa de modo sensível, a forma bem conhecida da ESPADA DE LUZIU FLAMEJANTE (se entendermos que é o símbolo da Luz) ou, FLAMÍGERA (se entendermos que sua Luz é apenas reflexo  da Luz do guerreiro que a empunha).
 Lembramos porém que, todo símbolo verdadeiro encerra sempre uma pluralidade de sentidos que longe de se excluírem ou de se contradizerem, harmonizam-se e complementam-se mutuamente; portanto, o assunto não está encerrado; apenas analisado sob alguns aspectos.

A espada representa também, o poder da palavra; do Verbo Divino ou de uma de suas manifestações.
Quanto ao gume duplo, representa o duplo poder criador e destruidor desta palavra.
 Esse simbolismo é válido ainda para todo o conjunto de forças cósmicas, de modo que sua aplicação à palavra, é apenas um caso particular, mas que, em razão da concepção tradicional do Verbo e de tudo o que nela implica, pode ser tomado para representar em seu conjunto, todas as outras aplicações possíveis.
 A espada é associada também ao raio provocado pelas nuvens, ao raio solar e também (assim como a lança), ao eixo do mundo.
 A dualidade de seu gume por estar associada ao próprio sentido do eixo, refere-se mais diretamente às duas correntes inversas da Força Cósmica; ou, mais conhecidas como os Lados Claros e Escuros da Força.

Este simbolismo axial nos reconduz à ideia de harmonização concebida como A Meta da Guerra Santa, quer interior, quer exterior, pois o eixo é o lugar em que todas as oposições se reconciliam e desvanecem, entrando em equilíbrio perfeito. Assim, sob este ponto de vista, a espada não apenas representa um meio mas também o próprio fim a alcançar.
Na Idade Média, a espada era o Símbolo do Guerreiro; a distinção máxima que alcançavam apenas os nobres de título ou profissão.
 O Bushidô ou Código do Guerreiro Japonês, ensinava que um Samurai deveria portá-la com sua lâmina, impecavelmente polida, o que significaria refletir em sua arma, sua própria alma, limpa e pura; sem nódoas e de forma alguma poderia temer a morte mais do que a desonra de um ato indigno ou covarde. Sua honra, formada pelo seu Bushidô, seria sua testemunha.

Aliás, esta premissa é, ditas em outras palavras, a primeira instrução ministrada ao Iniciado.
Os Guerreiros, tanto da Idade Média como atual, tinham e têm na espada, o seu símbolo máximo de honra; não porque seja uma arma que ceifa vidas humanas, mas porque é um símbolo utilizado em defesa de um Código de Honra fundamentado em ensinamentos de seu Templo ou Círculo Interno.
 A posse da espada, não significa de forma alguma o direito absoluto de uso indisciplinado ou sua ostentação arrogante. Um Samurai tinha o direito de decapitar um vassalo apenas para verificar se o seu Katana estava afiado; porém tinha também a obrigação de dar a própria vida em defesa destes mesmos homens que viviam sob sua proteção. 

Era a harmonia dos contrários.
Tanto nestas épocas remotas como em nossa atualidade, a partir do momento em que nosso Poderoso Círculo Interno de Força Luz e Poder, adquire o direito ao seu símbolo máximo, representado pela espada, torna-se  na realidade, um Guerreiro da Luz, cuja sublime missão é projetar em sua lâmina translúcida de pureza, todo o seu Esplendor, tornando-se então um Guia, cuja missão principal é mostrar aos menos afortunados o verdadeiro caminho para o retorno à Unidade de Deus e toda a Glória de seu Templo.
 Cada Guerreiro, desde a Era Feudal até a de Aquário, deve desejar sua espada esforçando-se por merecê-la e quando houver atingido este objetivo fazer jus à honra de possuí-la; pois, a partir deste momento, ele não será mais um homem comum.

 O Guerreiro e seu símbolo sintetizam de algum modo, os dois aspectos de Tudo em suas significação Total.

Extraído do livro
"A Doutrina Secreta"
de H. P. Blavatsky

Colaboração: Lescan

NEM TUDO É FÁCIL!


NEM TUDO É FÁCIL...!


É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer alguém triste... 
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada... 
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre... 
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.... 
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua... 
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo...
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazê-la chorar... 
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo... 
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...!
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar alguém que te queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...!
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida... Mas, com certeza, nada é impossível!
Precisamos acreditar, ter fé e lutar para que não apenas sonhemos... mas também tornemos todos esses desejos... realidade!!!

Poetisa Mineira Glácia Daibert