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sábado, 16 de novembro de 2019

Lenda: COMO A FILHA DO SAPATEIRO SE TORNOU A RAINHA DE TARA!

Lendas celtas


Como a Filha do Sapateiro se tornou a Rainha de Tara*
Nos velhos tempos, vivia um sapateiro e sua esposa lá perto do Fosso Knowth, e seu primeiro filho foi levado pela rainha das fadas que moravam dentro do fosso, e um pequeno leprechaun foi deixado em seu lugar. A mesma troca foi feita quando o segundo filho nasceu. No nascimento do terceiro filho, dessa vez uma menina, a rainha das fadas voltou e ordenou a um de seus três servos que levassem a criança; mas a criança não podia ser movida por causa de um grande pedaço de ferro, muito pesado para levantar, que estava no peito do bebê. O segundo servo e depois o terceiro falharam como o primeiro, e a própria rainha não conseguia mover a criança. A mãe, que estava sem alfinetes, havia usado uma agulha para prender a roupa da criança, e era isso o que pareceu as fadas como um pedaço de ferro, pois naquela época havia virtude no aço.
Então a rainha das fadas decidiu conceder presentes a criança; e aconselhou cada um dos três servos a dar, por sua vez, um presente diferente. O primeiro disse: “Que ela seja a mais grandiosa dama do mundo”; o segundo disse: “Que ela seja a melhor cantora do mundo”; e o terceiro disse: “Que ela seja a melhor alfaiate** do mundo”. Então a rainha das fadas disse: “Seus presentes são todos muito bons, mas eu vou dar um presente melhor do que qualquer um deles: a primeira vez que ela sair de casa, deixe-a voltar para a casa sob a forma de um rato.” A mãe ouviu tudo o que as mulheres fada disseram, e por isso nunca permitiu que a filha saísse da casa.
“Quando a menina atingiu a idade de dezoito anos, aconteceu que o jovem príncipe de Tara, passando por perto em uma caçada, ouviu-a cantar, e ficou tão fascinado com a música que ele parou para escutar; e, estando a música terminada, ele entrou na casa e, ao ver a maravilhosa beleza da cantora, pediu-lhe que se casasse com ele. A mãe disse que não poderia ser e, tirando a filha da casa pela primeira vez, a trouxe de volta a casa em um avental sob a forma de um rato, para que o príncipe entendesse a recusa.
Este encantamento, no entanto, não mudou o amor do príncipe pela bela cantora; e seja explicado que houve um dia acordado com seu pai, o rei, para que todas as grandes damas da Irlanda se reunissem nos Salões de Tara, e que a mais grandiosa dama, e o melhor cantora e a melhor alfaiate seria escolhida como sua esposa. Quando ele acrescentou que cada dama deveria chegar em uma carruagem, a rata falou com ele e disse que ele deveria mandar para a casa dela, no dia indicado, quatro gatos malhados e um baralho de cartas, e que ela faria sua aparição, desde que no momento em que sua carruagem chegasse aos Salões de Tara, ninguém, salvo o príncipe, fosse permitido chegar perto dela; e, finalmente, disse ao príncipe: “Até o dia acordado com seu pai, você deve me levar como uma rata no seu bolso”.
“Mas, antes do grande dia chegar, a rata tinha falado tudo o que aconteceu para uma das mulheres fada, e então, quando os quatro gatos malhados e o baralho de cartas chegaram à casa da garota, as fadas transformaram os gatos nos quatro cavalos mais esplêndidos do mundo e o baralho de cartas na mais maravilhosa carruagem do mundo; e, à medida que a carruagem partia do Fosso para Tara, a rainha de fadas bateu as mãos e riu, e o encantamento sobre a menina estava quebrado, de modo que ela se tornou, como antes, a mais linda do mundo, e ela estava sentada na carruagem.
Quando o príncipe viu a maravilhosa carruagem chegar, ele sabia de quem era, e saiu sozinho para encontrá-la; mas ele não podia acreditar em seus olhos ao ver a dama dentro. E então ela contou sobre as bruxas e fadas, e explicou tudo.
Centenas de damas haviam vindo para os Salões de Tara de toda a Irlanda, e cada uma tão grandiosa quanto poderia ser. O concurso começou com o canto e terminou com a alfaiataria, e a jovem foi a última a aparecer; mas, para o espanto de toda a companhia, o rei teve que admitir que a mulher estranha era a mais grandiosa dama, a melhor cantora e a melhor alfaiate na Irlanda; e quando o velho rei morreu, ela se tornou a rainha de Tara.
* Na mitologia irlandesa, Tara era um lugar sagrado habitado pelos deuses e lá havia uma entrada para o Outro Mundo (o reino das fadas). Diz-se também que era o centro do poder na Irlanda antiga.
** No original era “mantle-maker”, uma costureira especializada em fazer mantles, um tipo de casaco parecido com uma capa que era usado pelas damas quando elas saíam de casa.

A LUZ PARA O M UNDO!

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A LUZ PARA O MUNDO!

Estava um homem de grande sabedoria a passear por estreita rua, quando uma criança perguntou-lhe: - Moço, como eu posso ser a luz do mundo, se sou tão pequeno?
O homem respondeu:

 Vou-te  mostrar... arranje-me uma caixa com fósforos.

O menino rapidamente entrou em sua casa e trouxe-lhe a caixa. Disse então o homem: - Imagine que você é esse fósforo – o homem então acendeu o fósforo – se você encostar este fósforo aceso em um outro fósforo apagado o que irá acontecer?

O menino sem entender respondeu:

- Irá acender o outro fósforo.- E se eu encostar outro fósforo, ele irá acender? - Sim – respondeu o menino.

O homem então concluiu:

- Você é o fósforo aceso, isto é, a luz do mundo.

Os fósforos que eu encostei no fósforo aceso, são as pessoas a sua volta. Perceba que quando eu encostei o fósforo apagado no aceso este imediatamente acendeu.

Não importa o tamanho ou idade das pessoas todos podemos e devemos ser a luz do mundo, pois essa “luz” funciona da mesma forma que o fósforo aceso, ele passa a sua chama para todos que estão próximos dele.

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JESUS NUNCA SE ATRASA...

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JESUS NUNCA SE ATRASA...

A VISITA!
Deus nunca se atrasa!!!
Ruth, olhou em sua caixa de correio, mas só havia uma carta.
Pegou-a e olhou-a antes de abri-la. Mas logo parou, para
observar com mais atenção. Não havia selo nem marcas do correio, somente seu nome e endereço. Ela decidiu ler a carta. Querida Ruth.
Estarei próximo de sua casa, no sábado a tarde, e passarei para visita-la.
Com amor, Jesus. As mãos da mulher tremiam quando colocou
A carta sobre a mesa. Porque o Senhor vai querer visitar-me? Não sou
Ninguém especial, não tenho nada para oferecer-lhe..." - pensou.
Preocupada, Ruth recordou o vazio reinante nas estantes de sua
cozinha. "Ai, não!, não tenho nada para oferecer-lhe. Terei que ir ao mercado e comprar alguma coisa para o jantar. Conteúdo sobre a mesa: R$ 5,40.
"Bom, comprarei pão e alguma outra coisa, pelo menos."
Ruth colocou um abrigo e se apressou em sair. Um pão francês, um pouco de peru e uma caixa de leite...Ruth ficou somente
com R$ 0,12 que deveriam durar ate a segunda-feira. Mesmo assim sentiu-se bem e saiu a caminho de casa, com sua humilde compra debaixo de um dos braços. -Ola, senhora, pode nos ajudar?
Ruth estava tão distraída, pensando no jantar, que não viu as
Duas pessoas que estavam de pé no corredor. Um homem e uma mulher, os dois vestidos com pouco mais que farrapos. -Olhe, senhora, não tenho emprego. Minha mulher e eu temos vivido ali fora na rua. Bom, esta fazendo frio e estamos sentindo fome. Se a senhora pudesse nos ajudar, ficaríamos muito agradecidos.. Ruth olhou para eles com mais cuidado. Estavam sujos e tinham mal cheiro e, francamente, ela estava segura deque eles poderiam conseguir algum emprego se realmente quisessem. -Senhor, eu queria ajudar, mas eu mesma sou uma mulher pobre. Tudo que tenho são umas fatias de pão, mas receberei um hospede importante para esta noite e planejava servir isso a Ele. -Sim, bom, sim senhora entendo... De qualquer maneira, obrigado respondeu o homem. O pobre homem colocou o braço em volta dos ombros da mulher, e os dois se dirigiram para a saída. Ao vê-los saindo, Ruth sentiu um forte pulsar em seu coração. -Senhor, espere! O casal parou e voltou a medida que Ruth corria para eles e os alcançava na rua - Olhem, querem
aceita este lanche? Conseguirei algo para servir ao meu convidado - dizia Ruth, enquanto estendia a mão, com o pacote do lanche. Obrigado, senhora, muito obrigado. Obrigada, disse a mulher.
Foi ai que Ruth pode perceber que a mulher tremia de frio.
Sabe, tenho outro casaco em minha casa, tome este - ofereceu Ruth. Ela
Desabotoou o próprio casaco e o colocou sobre os ombros da mulher.
Sorrindo, voltou a caminho de casa... sem casaco e sem nada para
Servir a seu convidado. - Obrigado, senhora, muito obrigado -
despediu-se, agradecido, o casal. Ruth estava tremendo de frio quando
chegou a porta de casa.
Agora não tinha nada para oferecer ao Senhor.
Procurou a chave rapidamente na bolsa, enquanto notava outra carta na caixa de correio.
Que raro, o carteiro nunca vem duas vezes em um dia" - pensou. Ela então apanhou a carta e abriu-a:
"Querida Ruth. Foi bom vê-la novamente. Obrigado pelo delicioso lanche e pelo esplendido casaco. Com amor, Jesus."
 O ar estava frio, porém, ainda sem se agasalhar, Ruth nem percebeu.
Nem sempre Deus chega nos momentos em que a gente quer, mas ELE nunca chega atrasado!"

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LEMBRAS-TE DO AVENTAL DA TUA AVÓ?


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LEMBRAS-TE DO AVENTAL DA TUA AVÓ???

O primeiro propósito do avental da avó era proteger as roupas abaixo.
Mas, além disso:
Servia de luva para retirar a frigideira ardente do forno;
Era maravilhoso para secar as lágrimas das crianças e, em certas ocasiões, para limpar as carinhas sujas;
Do Galinheiro, o avental servia para transportar os ovos e, por vezes, os pintos!;
Quando os visitantes chegavam, o avental servia para proteger as crianças tímidas;
Quando estava frio, a avó enrolava os braços.
Este bom velho avental fazia de fole, agitado por cima do fogo a lenha;
Era Ele que transportava as batatas e a madeira seca na cozinha;
Da Horta, ele servia de cesta para muitos produtos hortícolas depois que as ervilhas tinham sido recolhidas era a vez das couves;
No final da temporada, era utilizado para colher as maçãs caídas da árvore;
Quando os visitantes chegavam de forma repentina, era surpreendente ver a rapidez com que este velho avental podia dar para baixo o pó;
Na hora de servir as refeições a vovó ia na escada a agitar seu avental
E os homens nos campos sabiam instantaneamente que tinham de ir à mesa;
A avó também o usava para pousar o bolo de maçã acabado de sair do forno no parapeito para esfriar;
Nos nossos dias, não se usa mais o avental.
Vai demorar uns anos até que alguma invenção ou objeto possa substituir este bom avental.
Em lembrança das nossas avós, enviem esta história para aqueles que poderão apreciar a "História do avental da avó"

Nota: Me lembrei muito do avental da avó Maria Moça.

LIÇÃO DA ARANHA!


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LIÇÃO DA ARANHA!

Lenda Indígena

"Uma aranha fiava sua teia próximo à cama da avó (Nokomi). Todos os dias ela observava a aranha trabalhar.
Alguns dias depois, o neto entrou e, ao ver a aranha na teia, pegou uma pedra para matá-la. Mas a avó não deixou.
O garoto achou estranho, mas respeitou o seu desejo.
A velha mulher voltou-se para observar mais uma vez o trabalho do animal e, então, a aranha falou: Obrigada por salvar minha vida. Vou dar-lhe um presente por isso. Na próxima Lua nova vou fiar uma teia na sua janela.
Quero que você observe com atenção e aprenda como tecer os fios. Porque esta teia vai servir para capturar todos os maus sonhos e as energias ruins.
O pequeno furo no centro vai deixar passar os bons sonhos e fazê-los chegarem até você.

Quando a Lua chegou  a avó viu a aranha tecer sua teia mágica e, agradecida, não cabia em si de felicidade pelo maravilhoso presente: Aprenda, dizia a aranha. Finalmente, exausta, a avó dormiu.
 Quando os primeiros raios de sol surgiram no céu, ela acordou e viu a teia brilhando como jóia  graças às gotas de orvalho capturadas nos fios.
A brisa trouxe penas de pomba que também ficaram presas na teia, dançando alegremente e, por último, um corvo pousou na teia e deixou uma longa pena pendurada.
Por entre as malhas da teia, o Pai Sol sorria alegremente.
E a avó, feliz, ensinou todos da tribo a fazerem os filtros de sonhos.
E até hoje eles vêm afastando os pesadelos de muita gente."





O QUE ACONTECE NO CÉU QUANDO ORAMOS?

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O QUE ACONTECE NO CÉU QUANDO ORAMOS?

Sonhei que fui para o céu e um anjo estava me mostrando o lugar. Caminhávamos lado a lado por um "escritório" cheio de anjos. Meu anjo da guarda parou em frente à primeira seção e me disse:
-- Essa é a seção dos Recebimentos. Aqui, todos os desejos pedidos a Deus em oração são recebidos.
Olhei ao redor e estava tudo muito movimentado, com muitos anjos selecionando pedidos em volumosas folhas de papel e recados de gente do mundo todo.
 E aí continuamos a descer por um longo corredor até chegarmos à segunda seção.
Então o anjo me disse:
-- Essa é a seção de Empacotamento e Entregas. Aqui, as graças e bênçãos pedidas pelas pessoas são processadas e entregues aos que as pediram.
Percebi como, novamente, o lugar estava. Havia muitos anjos trabalhando naquela seção, pois várias bênçãos tinham sido pedidas e estavam a ser empacotadas para a entrega na Terra.
Finalmente, bem distante, no fim daquele corredor paramos em frente a uma porta. Para minha surpresa, havia somente um anjo sentado ali, sem fazer nada.
-- Essa é a seção do Reconhecimento, disse-me o anjo, admitindo isso, parecendo envergonhado.
-- Como assim, não há nenhum trabalho sendo desempenhado aqui? Perguntei.
-- “É mesmo muito triste”, o anjo suspirou. Depois que recebem as bênçãos que pediram, poucos retornam para o reconhecimento.
-- E como podemos reconhecer as bênçãos de Deus? Perguntei-lhe.
-- Simples, o anjo respondeu. É só dizer, Obrigado Senhor.
-- E quais bênçãos deveriam ser reconhecidas? Novamente perguntei.
-- Se você tem comida em sua geladeira, roupas sobre você, um teto e uma cama para dormir você é mais rico do que 75% das pessoas desse mundo. Se você tem dinheiro no banco, na sua carteira e o troco de uma refeição, está entre os 8% de afortunados do mundo.
- - E se você receber isso no seu próprio computador, você faz parte do 1% do mundo que tem essa mesma oportunidade.
-- Se acordou hoje com saúde, você é muito mais feliz que os muitos que não conseguirão nem ao menos sobreviver ao dia de hoje.
-- Se nunca teve de provar o medo em uma guerra, a solidão da prisão, a agonia da tortura ou pontadas de fome no estômago, está acima de 700 milhões de pessoas nesse mundo.
-- Se podes ir à Igreja sem temer assédio, prisão, tortura ou morte, você é mais privilegiado que três bilhões de pessoas no mundo todo.
-- Se teus pais estão vivos e ainda vivem  juntos, você é ainda mais raro.
-- Se podes erguer sua cabeça e sorrir estás entre poucos. Grande número de pessoas está mergulhado em dúvida e desespero.
-- Está bem. E agora? Como posso começar?
-- Se pôde ler essa mensagem, recebeste uma dupla bênção, pois alguém pensava em você como sendo muito especial e és mais abençoado do que mais de dois bilhões de pessoas no mundo que não conseguem ao menos ler.
Tenha um grande dia. Conte todas as suas bênçãos.
ATENÇÃO: Departamento de Reconhecimento
"Obrigado, Senhor, pela habilidade de compartilhar essa mensagem e me presentear com tantos amigos com quem posso dividir esta bela lição. Eu agradeço a Deus por tudo, em especial toda a minha família e os meus amigos!”

Compartilhado Sil.

MINHA MÃE MUDOU!

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MINHA MÃE MUDOU...!!!


"Minha Mãe tinha muitos problemas. Não dormia e se sentia esgotada. Era irritada, rabugenta e azeda.
E sempre estava doente, até que um dia, de repente, ela mudou.
A situação estava igual, mas ela era diferente.
Certo dia, meu Pai lhe disse:
- Amor, estou há três meses à procura de emprego e não encontrei nada, vou tomar umas cervejinhas com os amigos.
Minha mãe lhe respondeu:
- Tudo bem.
Meu irmão lhe disse:
- Mãe, eu vou mal em todas as matérias da faculdade...
Minha mãe lhe respondeu:
- Tudo bem, você já vai se recuperar, e se você não conseguir, pois você repete o semestre, mas você paga a matrícula.
Minha irmã lhe disse:
- Mãe bati o carro.
Minha mãe lhe respondeu:
- Tudo bem filha, leve-o para a oficina, procure uma forma de como pagar e enquanto o arrumam, vá trabalhar de ônibus ou de metrô.
Sua nora lhe disse:
- Sogra venho passar uns meses com vocês.
Minha mãe lhe respondeu:
- Tudo bem ajeita-te  na poltrona da sala e procura uns cobertores no armário.
Todos nós na casa da minha mãe nos reunimos preocupados ao ver essas reações.
Suspeitávamos que tivesse ido ao médico e o mesmo lhe receitara uns comprimidos de “se virem de 1.000 mg”
Com certeza também estaria a ingerir uma overdose.
Propusemos então fazer uma "Intervenção" à minha mãe para afastá-la de qualquer possível vício que tivesse para algum medicamento anti-birras.
Mas qual não foi a surpresa, quando todos nos reunimos em torno dela e minha mãe nos explicou:
'Demorei muito tempo para perceber que cada um é responsável pela sua vida, demorei anos para descobrir que minha angústia, minha mortificação, minha depressão, minha coragem, minha insônia e meu estresse, não resolviam seus problemas, mas sim que exacerbados os meus, cansei infelizmente, e antes que eu tenha um AVC e venha a óbito, eu entendi que não sou responsável pelas ações dos outros, mas sim sou responsável pelas reações que eu expresse diante disso.
Portanto, cheguei à conclusão de que o meu dever para comigo mesma, é manter a calma e deixar que cada um viva sua vida e resolva o que lhe cabe"...
Muito boa a reflexão!