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terça-feira, 27 de agosto de 2013

PIRÂMIDES NO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS!

 
                 PIRÂMIDES NO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS!


Duas pirâmides gigantes encontradas no centro do Triângulo das Bermudas
Escrito por M.F. Luder na sexta-feira, 9 agosto 2013

Com o uso de sonar, o oceanógrafo Dr. Meyer Verlag descobriu duas pirâmides de vidro gigantes, a uma profundidade de dois mil metros.

O uso de outros dispositivos permitiram aos cientistas determinar que estes gigantes de vidro são ambos feitos de uma substância cristalina e são quase 3 vezes maiores do que a pirâmide de Quéops, no Egito.

Dr. Verlag acredita que uma investigação mais aprofundada sobre os segredos destas pirâmides poderia revelar mais informações sobre os casos de desaparecimentos misteriosos associados ao Triângulo das Bermudas.

Em uma conferência de imprensa realizada nas Bahamas, o cientista apresentou um relatório com as coordenadas exatas das pirâmides, e fez notar que a tecnologia para construí-las é desconhecida para a ciência moderna.

Um estudo mais detalhado poderia trazer resultados que são difíceis para nós imaginar. Uma descoberta sobre estas anomalias arquitetônicas subaquáticas poderia trazer uma importância chocante para a humanidade.

Há vários estudiosos ocidentais afirmam que a pirâmide no fundo do mar pode ter sido formada a partir de um terremoto devastador. Outros cientistas argumentam que, em algumas centenas de anos atrás, as águas do Triângulo das Bermudas pode ter estaria conectada a Atlântida e pirâmides no fundo do mar nada mais é do que um armazém desta cidade desaparecida.

Um estudo mais detalhado ao longo do tempo vai dar resultados que são difíceis de imaginar. Cientistas que processaram os primeiros dados e concluíram que a superfície é perfeitamente lisa para que se parecesse com vidro ou de gelo. O tamanho das pirâmides são quase três vezes o tamanho das pirâmides de Quéops.

Imagens de alta resolução mostraram que as pirâmides tridimensionais são perfeitamente lisas e estão livres de detritos, algas ou rachaduras.


Leia mais em: http://arquivoufo.com.br/2013/08/09/duas-piramides-gigantes-encontradas-no-centro-do-triangulo-das-bermudas/

A GENTE SE ACOSTUMA... MAS NÃO DEVIA!



Eu sei que a gente se acostuma... Mas não devia!

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz.
E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir ao telefone: hoje não posso ir!
 A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
 A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. 

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E, a saber, que cada vez paga mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios.
 Acostuma-se a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer.
 Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
 Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo.
 Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Acostuma-se para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida... que  aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma...!

Marina Colasanti.
                                                            Sil

GUERREIRO DA LUZ!


GUERREIRO DA LUZ!

“O Guerreiro  da Luz está sempre vigilante.
Não pede permissão aos outros para segurar sua espada; simplesmente a toma em suas mãos.
Tampouco perde tempo explicando seus gestos; fiel às determinações de Deus, ele responde pelo que faz.
Olha para os lados e identifica seus amigos.
 Olha para trás e identifica seus adversários.
É implacável com a traição, mas não se vinga; apenas afasta os inimigos de sua vida, sem lutar com eles além do tempo necessário.
Um guerreiro não tenta parecer, ele é!”

(Manual do Guerreiro da Luz)

Colaboração: Lescan

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O BHAGAVAD GITA - A CANÇÃO DIVINA DE DEUS!




O Bhagavad Gita - A Canção Divina de Deus!
(Tradução Wilmar)

Por que te preocupas sem motivo?
A quem temes, sem razão?
Quem poderia te matar?
A alma não nasce, nem morre...
Qualquer coisa que aconteça, acontecerá para teu bem; o que está acontecendo, está acontecendo para o teu bem; o que vai acontecer, também acontecerá para o bem.

Não deves lamentar pelo passado.
Não deves te preocupar com o futuro.
O presente está acontecendo... Que perda te faz chorar?
Que trouxestes contigo, e que achas que perdeste?
O que produzistes,  que achas que foi destruído?
Não destes nada, não trouxestes nada contigo, qualquer coisa que possuas, recebestes aqui.
Qualquer coisa que tomastes, foi tomada de Deus!
Tudo o que seja que tenham te dado, Ele te deu... chegastes de mãos vazias, e voltarás de mãos vazias...
Tudo que tens hoje, pertencia  a outra pessoa ontem, e pertencerá a outra no dia de amanhã.
Erradamente desfrutastes da idéia que isso te pertence. É esta falsa felicidade a causa de teus sofrimentos.
A mudança é a Lei do Universo!
 O que tu consideras como morte, é, na realidade, a Vida!
Em qualquer momento tu podes ser um milionário e, no seguinte, podes cair em pobreza.

Teus e meus grandes e pequenos...
Apaga essas idéias de tua mente.
Então, tudo te pertencerá e todos serão donos.
Esse corpo te pertence, também tu não és desse corpo.
O corpo é feito de fogo, água, ar, terra e éter, e retornará para esses elementos.
Mas a alma é permanente - então quem és tu?

Dedica teu ser a Deus!
Ele é o Único em quem se deve confiar!
Aqueles que conhecem esta verdade são para sempre livres do medo, preocupação e dor...
Aconteça o que acontecer, faz como uma oferta a Deus.
Isso te levará a experimentar da alegria, da liberdade e da vida para sempre!


Tenta, honestamente... aplicar isto em tua vida diária!

QUAL É O MAIOR AMOR? O PRIMEIRO?



                                           Qual é O maior amor?
                                                      O primeiro?

E como sabemos que amamos alguém de verdade?
Bom, acho linda a história do primeiro amor, embora eu tenha uma ideia diferente disso.
O primeiro amor é, sem dúvida, muito marcante.
 É aquele amor pelo qual a gente faz loucuras, inconsequências.
O primeiro amor parece que jamais vai terminar, é como se morrêssemos só de pensar em estar sem esse amor.
E então ele vai embora.
 Por motivos diversos, ele se vai.
Não morre.
 Caso contrário, uma parte de nós morreria junto.
Mas se vai, muda, transforma-se em uma lembrança e por isso jamais morre.
Fica em algum lugar dentro de nós e vai ao mesmo tempo...
Dependendo de como ele vai, durante anos carregamos as dores, mas uma hora tudo isso se transforma em algo muito belo porque compõe parte daquilo que você vai se tornando ao longo do caminho...
Mas o caminho é longo... às vezes demora um pouco até conseguirmos a proeza de entender o que foi o primeiro amor.
E passar por ele e deixá-lo ir.
Mas ir de verdade!
E então vêm os amores do meio.
Com cada  qual aprendemos um pouco sobre muitas coisas.
 Mas é bom que prestemos atenção, pois cada um deles, em maior ou menor grau, nos ensina muito sobre nós mesmos e sobre o nosso amor por nós mesmos. 
De vez em quando as lições são dolorosas, outras vezes são doces e alegres.
 Mas é preciso atenção, pois, do contrário, colecionaremos uma série de amores vazios que combinam muito bem com o nosso vazio interior.
E ficamos presos em algum momento do tempo... o tempo em que éramos mais felizes, mais amados, mais bonitos, mais... mais... mais...
 E nessa roda do tempo, aprisionados por ilusões de que éramos algo melhor do que somos... nos perdemos, perdemos a alegria de aproveitar, de ser feliz com os amores do meio.
 Muita gente nessa hora, a cada amor do meio que não vem suprir o vazio interior, se volta às lembranças do primeiro amor, criando fantasias de como poderia ter sido ou de como tudo era tão intenso e inesquecível e juram jamais amar como no primeiro amor...
Não entenderam  que o primeiro amor vem abrir um novo mundo para nós, o primeiro amor é o iniciador, o desbravador dos sentimentos, a base para as lições que os amores do meio nos ensinarão.
 Com os amores do meio somos preparados para amar de verdade.
 Primeiro a nós.
 Depois o outro.
E quando essa forja de maturidade emocional faz de nós uma boa espada... então  e só então, ele vem.
 O último amor.
 O mais importante e o mais marcante.
Ele vem para aqueles que entenderam as lições, que aprenderam a se conhecer e se amar. 
O último amor não vem para que apaguemos todos aqueles que vieram antes.
 Há uma espécie de sentimento de gratidão, de honra, por todos que amamos, por todos que nos ensinaram e nos prepararam para que o último viesse.
 Ele não vem para preencher nada, pois quando ele vem já estamos preenchidos pelo amor maior: o nosso para nós.
 Ele vem para finalmente saborearmos a plenitude de amar.
Depois dele, o primeiro amor fica onde deve ficar.
 Nas gratas lembranças ele ocupa uma posição especial por ter sido o desbravador. Acariciamos as cicatrizes com carinho.
Os do meio nos proporcionam sorrisos felizes e até boas gargalhadas.
O amargo vai embora junto com o vazio da falta de amor próprio, e somos capazes de amar o último amor com o melhor que há em nós.
Sem amarras ou ilusões.
 Apenas amando perfeitamente com nossas imperfeições conhecidas, compreendidas e compartilhadas.
E é por isso que dentre todos os amores, eu prefiro o último amor.·.

— com Elfo Lunar.

ORAÇÃO PARA REFLEXÃO!



Oração para reflexão!

(Zoroastro)

Tudo o que deveria ter pensado, mas não pensei;

Tudo o que deveria ter dito, mas não disse;

Tudo o que deveria ter feito, mas não fiz;

Tudo o que não deveria ter pensado, mas pensei;

Tudo o que não deveria ter falado, mas falei;

Tudo o que não deveria ter feito, mas fiz;

Por pensamentos, palavras e ações, imploro Seu perdão e arrependo-me com penitência.



Extraído do livro Místicos em Oração da Biblioteca Rosacruz.

O VELHO PAI...!



O VELHO PAI!

O cenário é comum, a cena é singela.
Num banco de jardim da casa estão sentados um homem idoso e um jovem.
O jovem lê o jornal, com atenção.
O idoso parece imerso em algo indefinível...
Então, um pequeno pássaro pousa no arbusto próximo e canta.
 O homem parece despertar e indaga:
O que é aquilo? - apontando com o dedo na direção da pequena ave.
O rapaz alça os olhos e diz, secamente: É um pardal.
A avezita saltita de um galho a outro e a pergunta se repete:
O que é aquilo?
A resposta agora não é somente seca, mas também denota enfado: Já disse, é um pardal!
O pássaro voa do arbusto para a árvore, continuando na sua dança matinal.
O que é aquilo? – Soa de novo.
Agora, o rapaz se irrita e quase grita: É um pardal!
A ave, feliz, prossegue no seu bailar.
Alça voo e parece desaparecer.
 Poucos segundos passados e retorna ao chão, bicando aqui, saltitando acolá.
O homem leva a mão aos olhos, como se desejasse ajustar a visão embaçada e, com natural curiosidade, pergunta:
O que é aquilo?
O filho responde, em altos brados: É um pardal! Já disse: um pardal.
E soletra, aos gritos: P - a - r - d - a - l.
 Você não entende?
O homem se ergue, sobe os degraus, adentra a casa, lento e decidido.
Pouco depois, retorna com um velho caderno nas mãos.
A capa é bonita, denotando que foi guardado com cuidado, como se guardam preciosidades.
Abre-o, procura algo, depois o entrega ao rapaz, ainda inquieto e raivoso.
Leia!
- Ele pede.
E acrescenta: Em voz alta!
Há surpresa no moço, que lê pausada e cada vez  com maior emoção:
Hoje, meu filho caçula, que há uns dias completou 3 anos, estava sentado comigo, no parque, quando um pardal pousou na nossa frente.
Meu filho me perguntou 21 vezes o que era aquilo e eu respondi em todas as 21 vezes que era um pardal.
Eu o abracei todas as vezes que ele repetiu a pergunta, vez após vez, sem ficar bravo, sentindo afeição pelo meu inocente garotinho.
Então, o filho olha o pai...
 Há culpa e dor em sua alma!
Abraça-o, lacrimoso, beija-lhe a face, emoldurada pela barba por fazer.
Estreita-o, puxando-o para perto de si.
E assim ficam: um coração ouvindo outro coração.
Cenas como essa acontecem todos os dias, em milhares de lares, em todo o mundo.
Nossos anciãos, de braços dados com Alzheimer, demência senil ou problemática  indagam, perguntam, questionam...
A memória recente lhes falha!
Mergulhados em retalhos de lembranças do passado, não entendem porque recebem gritos como resposta.
Pensemos nisso!
E se as lágrimas nos umedecerem os olhos,  não tenhamos vergonha de abraçar com amor nosso velho pai, nossa mãe, vovó, vovô, madrinha, tia...

Agora...!