Artigos e Informações ligados ao Rosacrucianismo

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

OS GIGANTES DA ALMA


 
  
OS GIGANTES DA ALMA

Dizem que há na Alma dos seres humanos há quatro gigantes que acompanham a evolução.
Três destes colocam obstáculos, e apenas um abre as portas.
 Os três gigantes criadores de problemas chamam-se:
MEDO, IRA, DEVER.
MEDO é um gigante enraizado profundamente, que se alimenta da necessidade de preservar a vida ante o perigo, mas que se alia com a imaginação e cria neuroses que são capazes de paralisar completamente a vida de uma pessoa.
 IRA é um gigante destrutivo, que se alimenta da reação normal de uma pessoa ante o MEDO, mas por ser normalmente abafado e recalcado  acaba criando o ódio, que é uma raiva em conserva, podendo consumir uma pessoa  por dentro até matá-la.
 DEVER é um gigante que entulha o caminho das pessoas com muitas obrigações, podendo esmagá-las com tantas destas que acaba produzindo tédio e imobilidade.
 Quem poderia  abrir todas as portas é o gigante AMOR!
 Mas raramente alguém o utiliza, porque AMAR não é algo que acontece do dia para a noite, mas uma dimensão que resulta do esforço para abrir o coração e entregar ao mundo o que haja de melhor na alma de quem assim se atreva a viver.
 Desejo que a cada amanhecer possamos ter sempre o atrevimento não apenas de viver mais um dia, e sim de viver feliz o seu dia, fazendo dele um dia cheio de dignidade, como somente as pessoas especiais sabem fazer, e para mim isto é especial.

Vamos deixar que só o GIGANTE  AMOR prevaleça em nossas vidas!

A CERTEZA DA EXISTÊNCIA DO MEU DEUS!


A CERTEZA DA EXISTÊNCIA DO MEU DEUS! 

O motivo pelo qual tenho certeza da existência de uma Inteligência Absoluta como motivo de toda existência é que o meu coração sabe disso!
Não preciso de nenhuma teoria ou prova, sinto em mim!
Há duas coisas que podem fazer alguém perceber um amor infinito na existência: O brilho do sol e o abrir das flores.
Quando uma flor abre suas pétalas, é um momento mágico, verdadeira  festa da natureza. Nesse momento único, curvo-me à sabedoria que dá vida à natureza daquela flor expandida.
Penso que o Universo é um imenso lótus Deus em eterna florescência.
Quando assisto ao momento da aurora rompendo as trevas da madrugada, me pego extasiada diante de tal maravilha.
No momento do crepúsculo, quando o Rei Sol desce na linha do horizonte, percebo-me admirada com os tons de dourado, laranja e vermelho inundando minha visão. Às vezes, as lágrimas desse momento refratam a luz solar e vejo várias outras cores dançando à minha frente.
Sim, há um amor incomensurável como causa dessa beleza. É o mesmo amor que sinto em meu coração.
Por isso, a ressonância com a luz do sol e as flores.
Estou falando do amor que inventou aquela flor e aquele brilho do  sol.
Que homem poderia inventar algo igual?
Que cientista poderia elaborar o amor?
Conseguirão ver o Divino na flor? no sorriso da criança, nos raios do sol e na luz da lua, nas  flores, no beijo, no abraço? na meditação, no amor, na música?
Na  simpatia e na lucidez de sentir além dos pensamentos convencionais, está a prova da existência de Deus!
A luz do sol e as flores nada dirão.
Não é preciso.

Sua beleza já diz tudo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

ALUGO MEUS SONHOS...!

Alugo meus sonhos...!

Alugo os meus sonhos!
 Eles já me levaram ao paraíso e me derrubaram ao chão!
 Me fizeram viajar e a vida largar.
 Alugo sonhos agora sem utilidade...
 Alugo para alguém que queira vivê-los.
Alguém que possa usá-los para ser eterno...
Eu perdi a chance que eles me deram.
Alugo sonhos com vaga na garagem, Play Ground, Roda Gigante, Bung Jump, ampla sala de música que toca ao simples fechar de olhos!
Todos os ambientes estão sempre cuidadosamente perfumados.
 Alugo sonhos com janelas amplas que a tudo ventilam!
 Junto estarão indo pedaços de vida e mudas de fé que se bem plantados e cuidados germinarão e darão flores com perfume para alegrar o seu destino.
Também posso vender estes sonhos que me fizeram nascer, viver e voar! Fizeram-me ver a luz e me esconder às sombras...
 E agora não sei o que fazer com eles.
 Como paga pela troca, só quero ver alguém feliz com eles já que eu não pude.
Quem sabe alguém melhor saiba sonhá-los e possa realmente ser feliz com meus sonhos!


O preço é AMIZADE!

O ACASO NÃO EXISTE...!

O ACASO NÃO EXISTE...!

Por que as pessoas entram na nossa vida?

Pessoas entram na nossa vida por uma "Razão", uma "Estação" ou uma "Vida Inteira".
Quando percebemos qual deles é, vamos saber o que fazer por cada pessoa.

Quando alguém está em nossa vida por uma "Razão"... é, geralmente, para suprir uma necessidade que demonstramos.
 Elas vêm para nos auxiliar numa dificuldade, nos fornecer orientação e apoio, nos  ajudar física, emocional ou espiritualmente.
Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e são! Elas estão lá pela razão que  precisamos que eles estejam lá.
 Então, sem nenhuma atitude errada de nossa parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim.
 Ás vezes, essas pessoas morrem.
Ás vezes, eles simplesmente se vão.
Ás vezes, eles agem e nos forçam a tomar uma posição.
 O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho delas, feito.
 As nossas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.

Quando pessoas entram em nossas vidas por uma "Estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas nos trazem a experiência da paz, ou nos fazem  rir.
Elas poderão nos ensinar algo que nunca fizemos.
Elas, geralmente, nos dão uma quantidade enorme de prazer...
Acreditemos! É real!
Mas somente por uma "Estação"...

Relacionamentos de uma "Vida Inteira" nos ensinam lições para a vida inteira: coisas que  devemos construir para ter uma formação emocional sólida.
 Nossa tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que nós aprendemos em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida.
É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.

Obrigado por ser parte da minha vida.

Pare aqui e simplesmente SORRIA...!

"Trabalhemos como se não precisássemos do dinheiro...
Amemos como se nunca tivéssemos sido magoados, e dancemos como se ninguém estivesse nos observando."

"O maior risco da vida é não fazer NADA.!"

CRESCER É ...

CRESCER É....


Crescer é Ser cada dia um pouco mais nós mesmos…
Dar espontaneamente sem cobrar inconscientemente…
Aprender a ser feliz de dentro para fora…
Buscar no próximo um meio de nos prolongarmos…
Sentir a vida na natureza…
Entender a morte como natural da vida…
Conseguir a calma na hora do caos…
Ter sempre uma arma para lutar e uma razão para ir em frente…
Saber a hora exata de parar e buscar um algo novo…
Não devanear sobre o passado, mas trabalhar em cima dele para o futuro…
Reconhecer nossos erros e valorizar nossas virtudes…
Conseguir a liberdade com equilíbrio para não sermos libertinos…
Exigir dos outros, apenas o que nós damos a eles…
Realizar sempre algo edificante…
Ser responsável por nossos atos e por suas consequências…
Entender que temos o espaço de uma vida inteira para crescer…
Nos amarmos para que possamos amar os outros como nós mesmos…
Assumir que nunca seremos grandes,
mas que o importante é estar sempre em crescimento

CRESCER... É...!

A ARTE DA IMPERFEIÇÃO




Perceber a beleza que se esconde nas frestas do mundo imperfeito é Arte. Você conhece aquela história de que os tapetes persas sempre têm um pequeno erro, um minúsculo defeito, apenas para lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito?
Pois é!  A Arte da Imperfeição começa quando a gente reconhece e aceita nossa tola condição humana.
Precisamos aprender a aceitar nossas falhas com a mesma graça e humildade com que aceitamos nossas qualidades, a perdoar a nós mesmos. O desejo de acertar sempre impede a evolução e a necessidade de estar no controle aumenta a desordem e o caos.

Wabi Sabi é a expressão que os japoneses inventaram para definir a beleza que mora nas coisas imperfeitas e incompletas. O termo é quase que intraduzível: wabi sabi é um jeito de “ver” as coisas através de uma ótica de simplicidade, naturalidade e aceitação da realidade.
Contam que o conceito surgiu no século 15. Um jovem, Rikyu, queria aprender os complicados rituais de Cerimônia do Chá e procurou o grande mestre Takeno Joo.
Para testar o rapaz, o mestre mandou que ele varresse o jardim. Rikyu limpou o jardim até que não restasse nem uma folhinha fora do lugar.
Ao terminar, examinou cuidadosamente o jardim impecável, cada centímetro varrido, cada pedra no lugar, todas as plantas ajeitadas.
E então, antes de apresentar o resultado ao mestre, Rikyu chacoalhou o tronco de uma cerejeira e fez caírem algumas flores que se espalharam displicentes pelo chão.
  
Mestre Joo, impressionado, admitiu o jovem no seu mosteiro.
Rikyu tornou-se um grande Mestre do Chá e desde então é reverenciado como aquele que entendeu a essência do conceito de wabi-sabi: a arte da imperfeição.
Os mestres japoneses, com a cultura inspirada nos ensinamentos do taoísmo e do zen budismo perceberam que a ação humana sobre o mundo deve ser tão delicada que impeça a verdadeira natureza das coisas de se revelar. E a natureza das coisas é percorrer seu ciclo de nascimento, deslumbramento e
morte; efêmeras e frágeis.

Eles perceberam a beleza e elegância que existe em tudo que é tocado pelo carinho do tempo. Uma velha tigela de chá, musgo cobrindo as pedras do caminho, na madeira rústica e envelhecida de um antigo móvel, numa arvore moldada pelo vento ao longo de anos…
Wabi Sabi é inseparável dos ensinamentos do taoísmo e zen-budismo:

 Na natureza:
Todas as coisas são transformáveis
Todas as coisas são imperfeitas
Todas as coisas são incompletas
A beleza pode estar escondida na “rusticidade”
A grandeza existe nos detalhes despercebidos
Aceitação do inevitável
Apreciação da ordem natural

A Arte da imperfeição é focar no intrínseco, no irregular, no despretensioso, no turvo, no envelhecido, na simplicidade…


Que tal abrir os olhos para o estilo Wabi-sabi


(texto: Salisbury University e outros)


NOSSAS LÁGRIMAS...!

NOSSAS LÁGRIMAS...!

Muitas vezes, na vida, vivenciamos situações em que a emoção é tamanha que nos faltam palavras para expressar nossos sentimentos.

Podemos considerar as lágrimas como as palavras de nossa alma.

Através delas, somos capazes de demonstrar incontáveis sentimentos.

As lágrimas, na maioria das situações, escorrem de nossos olhos sem que tenhamos controle sobre elas.

Em alguns momentos, elas contam histórias de dores, mas também têm na sua essência, algo de belo.

Quando elevamos o pensamento, sintonizando com O Deus de nossos coração sentimos os olhos marejados.

Observando a natureza, temos a oportunidade de presenciar alguns espetáculos que ela nos oferece. Emocionamo-nos percebendo a grandeza e a perfeição Divina na presença de um pôr-do-sol, de uma queda d'água ou de um arco-íris.

Diante do nascimento de uma criança, somente as lágrimas são capazes de traduzir e qualificar a magnitude desse instante Divino.

Quando estamos sensíveis, por vezes carentes de alguma manifestação de afeto, um simples aperto de mão ou um afago carregado de amor é suficiente para provocar nossas lágrimas.

Quando deixamos que o som de uma música elevada alcance nosso coração, somos capazes de chorar de emoção, pois sentimos a alma tocada e acariciada por aquela doce e vibrante melodia.

Tanto a dor emocional quanto a dor física nos chegam sem pedir licença, ocupando espaço considerável em nossa alma e em nosso corpo.

Lágrimas são derramadas pela dor da partida de um ente querido, pela dor da ausência e da saudade, pela dor do erro cometido e do arrependimento.

Ao constatarmos a dor do próximo, lágrimas jorram de nossos olhos. Deparamo-nos com tantas carências, tantas necessidades não atendidas, enfermidades, privações e abandono.

Cada lágrima derramada tem seu significado. Seja ela vertida pela dor ou pela alegria, nos diz que somos seres movidos pela emoção, capazes de exteriorizar os nossos sentimentos.

Demonstra que nos sensibilizamos em momentos simples e efêmeros, indicando que estamos sintonizados com o que há de belo na vida.

E, quando as lágrimas derramadas forem de dor, façamos com que o motivo que nos comove seja também o mesmo motivo que nos move.

Que o movimento seja no sentido da modificação íntima.

 Que seja impulso para olhar a vida sobre um novo ângulo, para trabalhar em nós mesmos a resignação, a paciência, a esperança, a fé e a confiança em Deus.