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sexta-feira, 25 de julho de 2014

INOCÊNCIA DE CRIANÇA...



Inocência de Criança...

Queria  eu...  ter a pureza de uma criança.
 Sorrir ao ganhar um presente sem me importar com o valor que foi gasto. Pegar o cobertor pela manhã e ir assistir o meu desenho favorito.
 Ir para a escola pensando em brincar.
 Chorar já com saudade da mãe ao vê-la se retirando para ir trabalhar. Gritar pelo nome do pai ao ter um pesadelo.
 Não me preocupar com os problemas do mundo, e sim com o horário do lanchinho da tarde. 

Queria eu... ter a inocência de uma criança.
 Achar que sofrimento não existe, e que a palavra dor é só mais uma entre muitas outras.
 Acreditar que bicho papão só faz medo em desenhos, e que se por acaso ele surgisse debaixo da cama, o cobertor favorito me protegeria.
Queria eu...  ser feliz como uma criança.
 Me  satisfazer com o abraço da mãe e a atenção do pai.
Saltar de alegria ao saber que iria ao parquinho.
 Rir até a barriga doer com as cócegas que a avó fazia.

 Me aconchegar no colo da mãe enquanto a mesma contava a minha historinha preferida. 

Queria eu... voltar a ser criança... ah! Como seria diferente!

A FÉ MOVE MONTANHAS...!


A Fé Move Montanhas...!


Um jovem que trabalhava no exército era humilhado por ser cristão. Um dia, seu superior, querendo humilhá-lo na frente do pelotão, chamou o soldado e disse:

- Jovem, pegue esta chave, vá até aquele jipe e estacione ali na frente. O jovem disse: 

- Não sei dirigir. 

Então disse o superior: Peça ajuda a seu Deus. Mostre que Ele existe. 

O soldado pegou a chave e começou a orar, depois ligou o veículo, manobrou e estacionou perfeitamente. Ao sair do jipe o soldado viu todos de joelhos, chorando e dizendo: Nós queremos conhecer o teu Deus.

O jovem soldado espantado, perguntou o que estava acontecendo. O superior chorando abriu o capô do jipe e mostrou para o jovem que o carro estava sem motor.

O jovem então disse: Estão vendo? Esse é o Deus que sirvo. O Deus do impossível. O Deus que traz à existência aquilo que não existe!

A FACULDADE DA VIDA.



A Faculdade da Vida.


Acredite na vida, mesmo que ela te traga dor, ainda que os homens tragam guerra e matem inocentes, e mesmo que ninguém te ame.
 Pois a dor, o medo, e a solidão também são sentimentos da natureza humana.
 Mas acredite na vida, porque no final os sentimentos ruins irão passar, e os bons momentos irão permanecer em sua memória.
Acredite nas pessoas, principalmente naquelas que fazem parte das nossas vidas, aquelas que acreditamos que são anjos, que nos preenchem de momentos de amor, felicidade e paz.
 Mas, sobretudo, acredite em você mesmo, faça com que a cada manhã você se torne melhor, não só para você, mas para o mundo.
Acredite no amor, o presente de Deus, o sentimento supremo da vida.
 O amor nasce nas coisas simples, vive delas e às vezes morre por elas...
Tudo isso na busca incessante da felicidade, o sentimento que se encontra dentro de você mesmo, e que apenas você pode despertar.

Ser feliz é saber aproveitar todas as coisas que você tem hoje na vida.
 Apenas desperte e viva feliz.

REFLETE SOBRE TEU MODO DE VIVER...!


REFLETE SOBRE TEU MODO DE VIVER...!

Aprenda com uma linda mensagem para refletir e melhorar seu modo de viver!
”Se acordaste hoje mais saudável que doente, tens mais sorte que um milhão de pessoas, que não verão a próxima semana.

Se nunca experimentaste o perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome, tens mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo.

Se podes ir à igreja sem o medo de ser preso ou torturado, tens mais sorte que três milhões de pessoas no mundo.

Se tens comida no frigorífico, roupa no armário, um teto sobre a cabeça, um lugar para dormir, considera-te mais rico que 75% dos habitantes deste mundo.

Se tens dinheiro no banco, na carteira ou uns trocos em qualquer parte, considera-te entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de vida no mundo.

Se teus pais estão vivos e ainda juntos, considera-te uma pessoa muito, muito rara.

Se puderes ler esta mensagem, recebeste uma dupla bênção, pois alguém pensou em ti e tu não estás entre os dois mil milhões de pessoas que não sabem ler.

Vale a pena tentar:

- Trabalha como se não precisasses de dinheiro...

- Ama como se nunca ninguém te tivesse feito sofrer...

- Dança como se ninguém estivesse olhando...

- Canta como se ninguém estivesse ouvindo” ...

Vale a pena TENTAR...!




SEM TEMPO RUIM...!


Sem tempo ruim...!

Os que despertamos todos os dias, a cada dia, com os mesmos problemas, costumamos desanimar.

Dizemo-nos cansados porque a noite, que estabeleceu o intervalo entre o ontem e o hoje, não apagou as dificuldades que ressurgem, com o dia novo.

Angustiamo-nos porque a rotina nos sufoca, os problemas se acumulam, as soluções parecem não chegar nunca.

E nos arrastamos por mais 24 horas.

No entanto, ao ouvirmos relatos de pessoas que sofreram grandes impactos em suas vidas, o que notamos é sua força de vontade vigorosa, a certeza de lutar e vencer.

Uma dessas pessoas é a americana Lauren Manning.

No dia 11 de setembro de 2001, ao entrar no edifício da Torre Norte do World Trade Center, em Nova Iorque, uma bola de fogo desceu pelo poço do elevador e a derrubou.

82% do seu corpo sofreu queimaduras.

As mãos ficaram de tal modo queimadas que nelas só existe tecido cicatrizado e osso.

Seu filho tinha, na ocasião, somente 10 meses de vida.

E, enquanto ele deixou o carrinho para engatinhar, passou a andar, aprendeu a usar o patinete e a bicicleta, ela teve de aprender a se sentar, ficar de pé, andar, usar o copo, o garfo e a faca.

Depois de mais de 25 cirurgias realizadas para enxerto de pele, correção de cicatrizes nas costas, no rosto e nas mãos, Lauren mantém o otimismo.

Os progressos físicos foram conseguidos a duras penas. Graças a uma luva especialmente ajustada, Lauren até consegue segurar uma raquete de tênis. Embora não possa sacar.

Ela ainda visita terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, que a ajudam a alongar as mãos delicadas, terrivelmente queimadas pelo metal quente das portas do saguão.

Com todo esse drama, Lauren diz: Eu não tenho dias ruins.

Ela e o marido aproveitam o que tem: um ao outro e ao filho Tyler que, somente aos quatro anos de idade, soube o que aconteceu com sua mãe naquele dia terrível.

Isso porque viu os pais na TV e, então, lamentou:

Não queria que você tivesse se machucado.

Em verdade, se não tivesse se atrasado, naquele dia, ela estaria no 106º andar, na hora em que o avião se chocou contra a torre. E teria morrido.

O atraso lhe salvou a vida.

Lauren brinca com o filho, sorri ao contar como faz teatrinho com ele, dramatizando histórias e confidencia que adoraria ter mais filhos.

A esperança está viva nela que conclui: A vida não poderia ser melhor.

Sejamos mais otimistas, batalhadores.

Miremo-nos em exemplos como o de Lauren, que existem às centenas.

Agradeçamos a Deus pela vida, pelas nossas dores, pelas nossas vitórias.

Não temamos o fracasso e não alimentemos tragédias.

Vivamos cada dia, com sol, chuva ou tempestade porque, afinal, a madrugada de bonança surge sempre, concedendo-nos breve trégua, a fim de que nos reabasteçamos de luz e prossigamos.

Pensemos nisso!


A MONTANHA DA VIDA...!




A Montanha da Vida...!

A vida de cada um de nós pode ser comparada à conquista de uma montanha. Assim como a vida, ela possui altos e baixos. Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.

Todo alpinista sabe que deve ter equipamento apropriado. Quanto mais alta a montanha, maiores os cuidados e mais detalhados os preparativos.

No momento da escalada, o início parece ser fácil. Quanto mais subimos, mais árduo vai se tornando o caminho.

Chegando a uma primeira etapa, necessitamos de toda a força para prosseguir. O importante é perseguir o ideal: chegar ao topo.

À medida que subimos, o panorama que se descortina é maravilhoso. As paisagens se desdobram à vista, mostrando-nos o verde intenso das árvores, as rochas pontiagudas desafiando o céu. Lá embaixo, as casas dos homens tão pequenas

É dali, do alto, que percebemos que os nossos problemas, aqueles que já foram superados, são do tamanho daquelas casinhas.

Pode acontecer que um pequeno descuido nos faça perder o equilíbrio e rolamos montanha abaixo. Batemos com violência em algum arbusto e podemos ficar presos na frincha de uma pedra.

É aí que precisamos de um amigo para nos auxiliar. Podemos estar machucados, feridos ao ponto de não conseguir, por nós mesmos, sair do lugar. O amigo vem e nos cura os ferimentos.

Estende-nos as mãos, puxa-nos e nos auxilia a recomeçar a escalada. Os pés e as mãos vão se firmando, a corda nos prende ao amigo que nos puxa para a subida.

Na longa jornada, os espaços acima vão sendo conquistados dia a dia.

Por vezes, o ar parece tão rarefeito que sentimos dificuldade para respirar. O que nos salva é o equipamento certo para este momento.

Depois vêm as tempestades de neve, os ventos gélidos que são os problemas e as dificuldades que ainda não superamos.

Se escorregamos numa ladeira de incertezas, podemos usar as nossas habilidades para parar e voltar de novo. Se caímos num buraco de falsidade de alguém que estava coberto de neve, sabemos a técnica para nos levantar sem torcer o pé e sem machucar quem esteja por perto.

Para a escalada da montanha da vida, é preciso aprender a subir e descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem.

Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha.


O ANJO...!



O Anjo...!

Descalça e suja, a garotinha passava as tardes no parque olhando as pessoas passarem. Ela nunca tentava falar, não sorria, não dizia uma única palavra.
Muitas pessoas passavam por ela, mas nenhuma sequer lhe lançava um simples olhar, ninguém parava inclusive eu.
No outro dia, eu decidi voltar ao parque curiosa para ver se a pequena garota ainda estaria lá.
Ela estava empoleirada no alto do banco com o olhar mais triste do mundo. Mas, desta vez, eu não pude simplesmente passar ao largo, preocupada somente com meus afazeres. Ao contrário, vi-me caminhando ao encontro dela.
Pelo que todos sabemos um parque cheio de pessoas estranhas não é um lugar adequado para crianças brincarem sozinhas.
Quando me aproximei dela, pude ver que as costas do seu vestido indicavam uma deformidade.
Conclui que esta era a razão pela qual as pessoas simplesmente passavam e não faziam esforço algum em se importar com ela.
Quando cheguei mais perto a garotinha deliberadamente baixou os olhos para evitar meu olhar. Pude ver o contorno de suas costas mais claramente. Ela era grotescamente corcunda.
Sorri para lhe mostrar que tudo estava bem e que estava lá para ajudar e conversar. Sentei-me ao lado dela e disse um olá.
A garota reagiu chocada e balbuciou um "oi" após fixar intensamente meus olhos. Eu sorri e ela timidamente sorriu de volta.
Conversamos até o anoitecer e o parque já estava completamente vazio. Todos tinham ido e estávamos sós.
Eu perguntei por que a garotinha estava tão triste.
Ela olhou-me e disse: "Porque eu sou diferente".
Respondi-lhe, sorrindo: "Sim, você é".
A garotinha ficou ainda mais triste, dizendo: "Eu sei".
"Garotinha", eu disse, "você me lembra dum anjo, doce e inocente".
Ela olhou para mim e sorriu lentamente, levantou-se animada: "De verdade?".
“Sim, querida, você é um pequeno anjo da guarda mandado para olhar todas estas pessoas que passam por aqui”.
Ela acenou com a cabeça e disse sorrindo "sim", e com isto abriu suas asas e piscando os olhos falou: "eu sou seu anjo da guarda".
Eu fiquei sem palavras e certa de que estava tendo visões.
Ela finalizou, "quando você deixou de pensar unicamente em você, meu trabalho aqui foi realizado".
Imediatamente, levantei-me surpresa e perguntei:
 “Espere, porque então ninguém mais parou para ajudar um anjo?”.
Ela olhou para mim e sorriu: "Você foi a única capaz de me ver" e desapareceu.
Com isto minha vida foi mudada drasticamente. Quando você pensar que está completamente só, lembre-se: seu anjo está sempre tomando conta de você.
O meu estava...
Como diz a história, todos precisamos de alguém. Cada um de seus amigos é um anjo em sua própria maneira de ser.
Com carinho!