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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

AJUDA-ME, SENHOR...!



                                    AJUDA-ME, SENHOR...!

Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes 
e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos fracos. 
Se me dás fortuna, não me tires a razão. 
Se me dás o sucesso, não me tires a humildade.
Se me dás humildade, não me tires a dignidade.
Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda.
Não me deixes acusar o outro por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim. 
Ensina-me a amar aos outros como a mim mesmo.
Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo, nem cair em desespero se fracasso. 
Mas recorda-me que o fracasso é a experiência que precede ao triunfo.
Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza. 
Se não me deres o êxito, dá-me forças para aprender com o fracasso. 
Se eu ofender as pessoas, dá-me a coragem para desculpar-me, 
e se as pessoas me ofenderem, dá-me a grandeza de perdoá-las.



Senhor , se eu me esquecer de ti , nunca te esqueças de mim!

Mahatma Gandhi

ABRAÇO AMIGO!




ABRAÇO AMIGO!

Abraço de amigo é casinha em dia de chuva.

Tem abraço que é feito de palha

e faz um barulhinho tão bom quando o vento bate…

E tem aquele abraço feito de tijolo e concreto

que te envolve firme e nunca deixa a tempestade te levar.

Bom mesmo é saber que quando nosso teto desaba a gente pode 

morar nos braços de amigos… braços abrigos.

Quem tem amigos nunca fica desabrigado...

A PRECE!



                                                         A prece!

A oração, a prece,  nem sempre nos retira do sofrimento, mas sempre nos reveste de forças para suportá-lo.
Não nos afasta os problemas do cotidiano, entretanto, nos clareia o raciocínio, a fim de resolvê-los com segurança.

Não modifica as pessoas difíceis dos quadros de convivência, no entanto, nos ilumina os sentimentos, de modo a aceitá-los como são.

Nem sempre nos cura as enfermidades, contudo, em qualquer ocasião, nos fortalece para o tratamento preciso.
Não nos imuniza contra a tentação, mas nos multiplica as energias para que lhe evitemos a intromissão, sempre a desdobrar-se, através de influências, por vezes, negativas.

Não nos alivia da injúria e da perseguição, entretanto, se quisermos, ei-la  que nos sugere o silêncio, dentro do qual deixaremos de ser instrumentos para a extensão do mal.
Não nos isenta da incompreensão alheia, porém, nos inclina à tolerância!

Usemos adequadamente a PRECE!

AMAR...!




AMAR...!

Amar você é acordar todos os dias em estado de graça.
É abrir as janelas do meu coração, deixando entrar por todo meu corpo o cheiro das flores, que me envolve fortemente com seus braços.
Amar você é viver em paz... é andar de mãos dadas com a felicidade, pisando em nuvens de algodão, sentindo-me segura com a nossa união.
Amar você é como voar pelo céu...
É sentir sempre o vento me tocando, lembra: "o amor é como o vento... eu posso, às vezes, até não vê-lo, mas posso o tempo todo senti-lo"
 (Filme: Um amor para recordar).
Amar você é encantar-me com as chuvas de carinho, enchendo-me de todo amor que necessito.
Amar você é banhar-me no lado da saudade, quando não estamos por perto.
Amar você é olhar para trás e ter inúmeras lembranças e momentos para recordar.
Amar você é viver o hoje intensamente; abraçar-te e beijar e, saber que estás presente.
Amar você é esperar o futuro com ansiedade, sabendo que a cada dia que passa o futuro consegue superar o presente e, que  as mil e uma noites,  ao teu lado, são memoráveis e inesquecíveis!


Uma declaração de AMOR!

LIÇÃO DA NATUREZA - OUTONO!




LIÇÃO DA NATUREZA - OUTONO!

Em um dia de outono, sentei-me diante de meu jardim e fiquei a observar as folhas mortas que caem com o balançar do vento.

Até na natureza Deus dá chegadas e partidas, oportunidades de idas e vindas.

Folhas mortas...

Enquanto foram vidas em folhas, quanto se enroscaram umas nas outras no balançar do vento...

Quantas derrubadas antes do tempo da mão que poda, que as retira de seu habitat natural, ou quanto enfrentaram sol, tempestade, vento,  agarradas em seus galhos.

Apenas folhas...

Folhas com destino, afinal tudo é vida!
Verdes a principio, amareladas, e com o tempo caídas...

Adubo de novas e outras verdes vidas.
E sentado diante do jardim continuo a observar, deparando com uma trilha de formigas que passam diante de mim.

Uma fila destes minúsculos insetos vêm
colaborando com sua comunidade, em busca de suprimentos aguardando o inverno que está a chegar...

Trabalham arduamente, somam para depois dividir respeitando
a lei da sobrevivência.

Todas as formigas carregam pequenas folhas seguindo para o mesmo endereço.

Noto que uma delas tem um enorme fardo, maior do que pode carregar, um pouco anda e um pouco pára, tentando conseguir forças para prosseguir.

Porém uma de suas companheiras sem carga nas costas nota o imenso esforço, e vindo do final da fila coloca-se a andar rapidamente,
e vem socorrer sua exausta semelhante.

Seria intuição?
Inteligência, para tão pequenino inseto?
Onde teria aprendido a solidariedade?

Esta se coloca ao lado da companheira e juntas dividem o peso caminhando no mesmo compasso lado a lado, e eu ali diante de meus olhos vendo esta cena acontecer, logo penso o quanto tenho que crescer.

Sou menor que estes pequenos insetos sem cérebro
sem coração sem emoção...

Seguem as duas até o local do depósito,  entram no ninho e somem diante de meus olhos.

Acompanho o restante da longa fila que vem atrás e me levanto.

Olho para o céu e me pergunto:

Quem somos nós?

Tantos mestres, tantos gurus, e ainda nem sabemos repartir,
nem dividir o peso da vida com um desconhecido...

Muitas vezes nem ao menos com aqueles que nos dão "Bom Dia" todos os dias, que dormem debaixo do mesmo teto e temos como companhia.

Encontrei Sabedoria, Solidariedade, Harmonia, Lição de Vida em um pequeno jardim.

Olho para o radiante sol e reflito:
Folhas mortas... formigueiro...
Nunca ouvi o gemido das folhas caindo quando chegam ao seu fim...

Nunca ouvi o lamento das formigas trabalhando horas a fio...
caminhando longos trechos, desviando de vários obstáculos.

Abaixo de nossos pés se esconde uma enorme e grande sabedoria...

Aprendi que de vez em quando devo me abaixar e observar, antes de olhar para o alto e clamar.

Eu, um ser pensante, dotado de coração, voz, sentimento, razão!

Tão pequeno diante da
sábia natureza.

VIVER O AMOR!



Viver o amor!

Viver uma verdadeira experiência amorosa é um dos maiores prazeres da vida.
Gostar é sentir com a alma, mas expressar os sentimentos depende das idéias de cada um.
 Condicionamos o amor às nossas necessidades neuróticas e acabamos com ele.
 Vivemos uma vida tentando fazer com que os outros se responsabilizem pelas nossas necessidades enquanto nós nos abandonamos irresponsavelmente.

Queremos ser amados e não nos amamos, queremos ser compreendidos e não nos compreendemos, queremos o apoio dos outros e damos o nosso a eles.
 Quando nos abandonamos, queremos achar alguém que venha a preencher o buraco que nós cavamos.
 A insatisfação, o vazio interior se transformam na busca contínua de novos relacionamentos, cujos resultados frustrantes se repetirão.

Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades.
Só quem se ama pode encontrar em sua vida:
 Um Amor de Verdade.


MÁGICAS BRUMAS...


Mágicas Brumas...

Magia que renasce a cada amanhecer,
reino encantado tecendo no horizonte
as sete luzes dos translúcidos cristais
esmaecendo em róseas nuvens no anoitecer.

Cânticos à natureza que se eleva em cada canto
deste imenso e mágico jardim criado e recriado,
pelas mãos dos anjos, fadas, elfos e duendes,
um paraíso perdido e por mim reencontrado.

Brumas que evoluem exalando um perfume floral,
dançantes luzes cristalinas iluminando a escuridão,
florescem em harmonia espalhando luz neste rincão.

Solstício de inverno ou solstício de verão,
fogueiras encantadas a brotar da imaginação,
brincam e dançam estes seres, livres no meu quintal.

Autoria: Sônia Ravanini Pina.