Artigos e Informações ligados ao Rosacrucianismo

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A FORÇA DE NOSSOS PÉS...





A Força dos nossos pés...

Desde o dia em que tu nasceste, eu criei a ilusão, dentro de mim, que poderia caminhar por ti. Imaginei que colocaria teus pés sobre os meus e te levaria pelos caminhos que eu julgasse mais tranquilos e seguros.

Dessa maneira, tu nunca feririas teus pés pisando em espinhos ou em cacos de vidro e jamais te cansarias da caminhada, nem mesmo precisarias decidir qual estrada tomar. Isso seria eternamente minha responsabilidade.

...e foi assim durante um bom tempo, caminhei por ti, para ti. De repente, o tempo veio me avisar bruscamente que essa deliciosa tarefa não faria mais parte dos meus dias. Teus pés cresceram e eu já não conseguia mais equilibrá-los em cima dos meus, daí quando eu menos esperava eles escorregaram e alcançaram o solo.

Hoje sou obrigada a vê-los trilhar caminhos nos quais os meus jamais os levariam e ainda tento detê-los insistentemente, mas só raríssimas  vezes, consigo.

Agora só me é permitido correr com os meus junto aos teus e em certos momentos teus passos são tão largos que quase não posso acompanhá-los.
 Atualmente, assisto aos teus tropeços  sempre pronta para levantar-te das tuas quedas.
 Por vezes, tu me estendes as tuas mãos em busca de socorro, outras, mesmo estando estirado ao chão e ferido, insistes em levantar-te sozinho por puro orgulho ou para me provar que já és capaz de erguer-te após teus tombos e curar-te de tuas próprias feridas.

Assim, vamos vivendo e sinto uma saudade imensurável daquele tempo que precisavas de mim para conduzir-te, pois era bem mais fácil suportar teu peso sobre meus pés, do que sobre meu coração.
No entanto, já consigo compreender como a vida é sábia.

Percebo, finalmente, que em algum momento tu precisaste mesmo desbravar teus caminhos independente de mim...

··... como  eu, é provável que tenhas que fazê-lo com mais alguns pés sobre os teus, os dos teus filhos.
Não, claro que não é uma tarefa fácil, mas se eu consegui, tu também conseguirás, porque plantei em teu coração o melhor e mais poderoso aditivo para que suportes tanto peso, o amor!

Dedicado aos meus filhos, aos amigos e a todos os pais.







A FAMÍLIA DA FELICIDADE!






A Família da Felicidade

Oi!!!
Meu nome é...

FELICIDADE


Faço parte da vida daqueles que tem amigos, porque quem tem amigos é FELIZ!!!
Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você!
Faço parte da vida daqueles que acreditam que: Ontem é passado, amanhã é futuro, hoje é uma dádiva, e por isso é chamado PRESENTE
Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do Amor, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final.

Eu sou casada sabiam? Sou casada com o Tempo.
Ele é responsável pela resolução de todos os problemas.
Ele reconstrói corações, ele cura machucados, ele vence a Tristeza...
Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos: A Amizade, a Sabedoria e o Amor.··.
A Amizade é uma menina linda, sincera, alegre. Brilha como o sol. Une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar.


A do meio é a Sabedoria, culta, integra, sempre foi mais apegada ao Pai, o Tempo. A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!


O caçula é o Amor. Ah! como esse me dá trabalho! É teimoso, às vezes decide encantar apenas um coração...
Eu vivo dizendo: Amor, você foi feito para unir dois corações, e não infiltrar-se em apenas um.
O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo! Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo, e aí o Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor abriu!

Tudo no final sempre dá certo, se ainda, não deu, é porque não chegou o final. Por isso, acredite sempre na minha família. Acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e, principalmente no Amor. Aí, com certeza um dia, eu, a Felicidade, baterei à sua porta !!!
Tenha Tempo para os Sonhos!!!
Eles conduzem sua carruagem para as Estrelas.

E lembre-se: Sorria... Sempre e...
Seja muito FELIZ !!!

VERDADEIRAS JÓIAS!





Narra uma lenda romana do século II A.C., que uma matrona romana, de nome Cornélia, tinha dois filhos.
Certo dia, chamou os meninos que brincavam no jardim e lhes disse que, naquele dia, deveriam receber a visita de uma amiga para jantar. Ela era muito rica e viria para lhes mostrar suas joias.
Quando a mulher chegou ambos os irmãos arregalaram os olhos, ao ver os anéis que trazia nos dedos, os braceletes nos braços, as correntes de ouro que contornavam seu pescoço e os fios de pérolas que cintilavam nos seus cabelos.
Olharam para sua mãe, que trajava uma túnica branca, sem adereços, e na cabeça trazia somente suas tranças enroladas.
Um servo trouxe uma caixa e a colocou sobre a mesa. E, ante a surpresa dos meninos, a mulher lhes mostrou rubis vermelhos como sangue, safiras azuis como o céu, esmeraldas verdes como o mar e diamantes que luziam ao sol.
O menorzinho sussurrou para o maior: Seria tão bom se nossa mãe pudesse ter algumas dessas pedras ou dessas jóias.
Olhando com quase piedade para Cornélia, a ilustre visitante lhe indagou:
É verdade que você não tem joias? Será verdade que você é assim tão pobre?
Sem pestanejar, a anfitriã respondeu: De forma alguma. Tenho joias muito mais valiosas que as suas!
Os irmãos Tibério e Caio se entreolharam. Seria possível que sua mãe possuísse joias e eles não soubessem? Acaso teria ela um cofre secreto? Seriam suas joias de tamanho valor que ela não as usasse, temendo ladrões?
Mas Cornélia se aproximou dos dois filhos, abraçou-os sorrindo e falou: Estas são as minhas joias. Não são muito mais preciosas do que as suas pedrarias?
São verdadeiramente joias preciosas os filhos que nos chegam. Algumas pedras brutas para lapidação, outros já deixando perceber o fino trabalho da ourivesaria dos tempos, da lapidação das várias vidas.
Quantos de nós nos apercebemos de tal riqueza? Quantas vezes preferimos ilusões do mundo a estar com nossos pequenos?
Quantas vezes preferimos colocar-nos ante a televisão, permitindo que os anos se sucedam e nossas preciosidades cresçam sem o cuidado e o carinho de que necessitam!
E haverá algo mais precioso do que o sorriso de uma criança? De um abraço generoso? De suas carícias com as mãozinhas tépidas em nossos rostos?
Atendamos aos nossos pequenos, joias raras que Deus nos confiou por breve tempo. Não percamos oportunidades de estar com eles, de senti-los, de amá-los.
Porque de todos os tesouros do Universo, o amor é o mais valioso e duradouro.
Cornélia era mãe de Tibério e Caio Graco, que se tornaram Estadistas em Roma.
Quando o povo romano erigia estátuas em honra dos irmãos, nunca se esquecia de prestar tributo à mulher que os ensinara a ser sábios e bons.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

JUSTIÇA E EQUILÍBRIO!






                                    Justiça e equilíbrio!

O apóstolo Paulo afirma num dos Evangelhos:  “Pois aquilo que o homem semear, isto também ceifará”.
Habitualmente se entende que somente após a vida terrestre faremos um balanço de nossas ações, recebendo a justa recompensa, seja paz ou desequilíbrio.
Ocorre que não é necessário morrer para perceber a atuação da
lei das compensações.
Reparemos o cenário da luta vulgar na Terra.
Há homens que são indiferentes às dores do próximo.
Por seu turno, eles também recebem a indiferença quanto às dores que experimentam.
Muitos optam pelo afastamento do convívio social.
Para esses a solidão deprimente é a resposta ao mundo.
Alguns se permitem utilizar extrema severidade no trato com o semelhante.
Mas também são julgados pelos outros com rigor e aspereza.
Há quem pratique, em sociedade ou em família, a hostilidade e a aversão.
Naturalmente encontra entre vizinhos e parentes primordialmente antipatia e desconfiança.
Entretanto, muitos optam por demonstrar carinho e respeito, mesmo por desconhecidos.
Esses gestos amigos granjeiam o concurso fraterno até de grupos anônimos que a todos cercam.
Pequeninas sementeiras de bondade geram abençoadas fontes de alegria.
O trabalho bem vivido produz o tesouro da competência.
Atitudes de compreensão e gentileza estabelecem solidariedade e respeito, junto a nós.
Otimismo e esperança, nobreza de caráter e puras intenções atraem preciosas oportunidades de serviço, em nosso favor.
Todo dia é tempo de semear.
Todo dia é tempo de colher.

Não é necessário atravessar as portas do túmulo para encontrar a justiça, face a face.
A justiça revela-se no cotidiano, nos princípios de causa e efeito, em todos os instantes de nossa vida.
A justiça divina é, em última instância, uma lei de harmonia.
Deus criou o mundo com base em leis perfeitas, que regem a vida e a evolução das criaturas.
A energia que lançamos no mundo, seja de paz ou de desarmonia, nos pertence.
Ela até pode afetar momentaneamente os outros, mas sempre volta à origem, para quem a  emitiu.
Esse raciocínio evidencia o equívoco de pretender que Deus castiga suas criaturas.
É inconcebível imaginar Deus no papel de carrasco, sondando os atos de cada um de seus filhos, para puni-los ao menor desvio.
Ele nos dá livre arbítrio, a fim de que cresçamos em experiência, discernimento e compreensão.
Mas também nos dá responsabilidade por nossos atos, permitindo que experimentemos as consequências de todos eles.
Assim, se causamos desequilíbrio no universo, fazendo mal a um semelhante, devemos restabelecer o equilíbrio original, reparando as consequências.
 Está inteiramente em nossas mãos optar pela paz ou pela discórdia, pela saúde ou pela doença.
Se tudo o que ofertamos ao mundo a nós retorna, é questão de bom senso adotarmos um padrão de conduta generoso e nobre.
A sementeira de ontem já foi lançada e hoje colhemos os seus frutos.
Não há como retornar sobre os próprios passos e desfazer o passado.
Mas o amanhã está inteiro por construir.
Optemos firmemente pelo bem, seguindo os exemplos do Cristo.
Bem rápido a vida nos dará frutos de paz e amor.
Afinal, como disse o apóstolo,
“aquilo que o homem semear, isto também ceifará”.
Colaboração da Mary.

SOPRE AS CINZAS...






SOPRE AS CINZAS...

Sopre as Cinzas.
Deixe-as ao vento...
Quem feriu você, já feriu e já passou. Lá na frente encontrará o
inevitável retorno e pelas mãos de outrem, se merecer, será ferido também.
A Vida se encarregará de
dar-lhe o troco e você, talvez, jamais fique sabendo.
O que importa de verdade é o que você sentiu e, mais importante, é o
que ainda você sente:
Mágoa? Rancor?
Ressentimento? Ódio?
Você consegue perceber
que esses sentimentos foram escolhidos por você?
Somos nós que escolhemos o que sentir diante de agressões e de ofensas.
Quem nos faz o mal é.
responsável pelo que faz, mas NÓS somos responsáveis pelo que sentimos.
Essa responsabilidade tem a ver com o Amor que devemos e temos que sentir por nós mesmos.
O ofensor fez o que fez e o momento passou, mas o que ficou aí dentro de você?

Mágoa?
- Você sabia que de todas as drogas ela é a mais cancerígena?
Pela sua própria saúde,
jogue-a fora.

Rancor?
- Ele é como um alimento preparado com veneno irreconhecível: dia mais, dia menos, você poderá contrair doenças de cujas origens  nem suspeitará.


Ressentimento?
- Pois imagine-se  vivendo dentro de um ambiente constantemente poluído, enfumaçado, repleto de bactérias e de incontáveis tipos de vírus: é isso que seu coração e seus pulmões estão tentando aguentar. Até quando você acha que eles vão resistir?

Ódio?
- Seus efeitos são paralisantes. Seu sistema imunológico entrará em conflito com esse veneno que com o tempo poderá colocar você face a face com a morte e talvez muito tarde você venha a perceber que melhor seria ter deixado que seu agressor colhesse os frutos do próprio plantio.
Por seu próprio Bem e pelo seu Bem, perdoe.
O perdão o libertará e o fará livre para ser feliz. Esqueça o mal que lhe foi feito. Deixe o seu ofensor de lado, e não pense nele com ímpetos de vinganças.
Siga a sugestão.” Se desejas ser feliz por um dia: vinga-te. Se desejas ser feliz por toda a vida: PERDOA!”

Mude seu destino ...Não permita que suas emoções negativas dominem os seus sentimentos.
 Seja o comandante da sua nau!
Escolha o melhor caminho
para sua
"viagem"
E se outras vezes o ferirem, perdoe ...
Perdoe...
Que DEUS em sua infinita bondade,
Cubra você e sua família com muita PAZ, SAÚDE E PROSPERIDADE!
Colaboração da Mary.