Artigos e Informações ligados ao Rosacrucianismo

quarta-feira, 27 de abril de 2016

SER FELIZ É...!!!


SER FELIZ É...!!!


Você pode ter defeitos, 
viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, 
mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. 
E você pode evitar que ela vá a falência. 

Há muitas pessoas que 
precisam, admiram e torcem por você.
Gostaria que você sempre se lembrasse 
de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade,
caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, 
relacionamentos sem desilusões. 

Ser feliz é encontrar 
força no perdão, esperança nas batalhas, 
segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender 
lições nos fracassos. 

Não é apenas ter júbilo nos aplausos, 
mas encontrar alegria no anonimato. 

Ser feliz é reconhecer que vale a pena 
viver, apesar de todos os desafios, 
incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos 
problemas e se tornar um autor da 
própria história.

É atravessar desertos fora de si, 
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. 
É agradecer a Deus a cada manha pelo milagre da vida. 

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. 
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". 
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples ,
que mora dentro de cada um de nós. 

É ter maturidade para falar "eu errei". 
É ter ousadia para dizer "me perdoe". 
É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". 
É ter capacidade de dizer "eu te amo". 
É ter humildade da receptividade. 

Desejo que a vida se torne um canteiro 
de oportunidades para você ser feliz...
E, quando você errar o caminho, recomece, 
pois assim você descobrirá que ser feliz
não é ter uma vida perfeita, mas usar 
as lágrimas para irrigar a tolerância. 
Usar as perdas para refinar a paciência. 
Usar as falhas para lapidar o prazer. 
Usar os obstáculos para abrir as janelas 
da inteligência. 

Jamais desista de si mesmo. 
Jamais desista das pessoas que você ama. 
Jamais desista de ser feliz, 
pois a vida é um obstáculo imperdível, 
ainda que se apresentem dezenas de fatores 
a demonstrarem o contrário.

Augusto Cury

terça-feira, 26 de abril de 2016

CHÁVENA DE CHÁ.

CHÁVENA DE CHÁ.



Um professor de filosofia foi visitar um mestre zen, e fez-lhe perguntas sobre Deus, o nirvana, meditação e muitas outras coisas.
O Mestre ouviu-o em silencio e depois disse.
- Pareces cansado.
 Escalaste esta alta montanha, vieste de um lugar longínquo.
 Deixa-me primeiro servir-te uma chávena de chá.
O Mestre fez o chá.
Fervilhando de perguntas, o professor esperou.
Quando o Mestre serviu o chá, encheu a chávena do seu visitante e continuou a enche-la.
A chávena transbordou e o chá começou a cair do pires até que o seu vistante gritou:
- Pára. Não vês que o pires está cheio?
- É exatamente assim que te encontras.
A tua mente está tão cheia de perguntas que mesmo que eu responda não tens nenhum espaço para a resposta.
Sai, esvazia a chávena e depois volta.

Compartilhado da Sil.

O SILÊNCIO.

O Silêncio.

Nós os índios, conhecemos o silêncio. Não temos medo dele. 
Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras. 
Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles nos transmitiram esse conhecimento.
"Observa, escuta, e logo atua", nos diziam. 
Esta é a maneira correta de viver.
Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes.
Observa os anciões para ver como se comportam. 
Observa o homem branco para ver o que querem. 
Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos,
e então aprenderás.
Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.
Com vocês, brancos, é o contrário. Vocês aprendem falando. 
Dão prêmios às crianças que falam mais na escola. 
Em suas festas, todos tratam de falar.
No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes. 
E chamam isso de "resolver um problema". 
Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos. 
Precisam preencher o espaço com sons. 
Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer.
Vocês gostam de discutir. 
Nem sequer permitem que o outro termine uma frase. 
Sempre interrompem.
Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido, inclusive. 
Se começas a falar, eu não vou te interromper. 
Te escutarei. 
Talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo. 
Mas não vou interromper-te.
Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste,
mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante.
Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei. 
Terás dito o que preciso saber. 
Não há mais nada a dizer. 
Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.
Deveríamos pensar nas suas palavras como se fossem sementes. 
Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio. 
Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.
Existem muitas vozes além das nossas. 
Muitas vozes.
Só vamos escutá-las em silêncio.

Compartilhado da SIL


sábado, 23 de abril de 2016

MACHU PICCHU

MACHU PICCHU
O LUGAR QUE É PRECISO CONHECER ANTES DE MORRER
machupicchu13

Há sensações que não se explicam. Só estando lá. É o que acontece quando se chega a Machu Picchu.
O mundo podia ter nascido aqui
Depois de Cusco, encontrámos Machu Picchu e perdemo-nos em Tambopata, na selva amazónica peruana.
O lugar que é preciso conhecer antes de morrer. Há quem diga que Machu Picchu é isso. Talvez. Ou talvez seja o lugar que é preciso conhecer antes de continuar a viver. Mas ainda não chegámos lá. Há um comboio da Perurail para apanhar. Não o premiado e aclamado Belmond Hiram Bingham, com serviço de luxo e nome do professor norte-americano que «redescobriu» a cidade perdida dos incas em 1911, mas também não é o low cost Expedition. Embarcamos no Vistadome para cerca de três horas de viagem que fazem justiça ao nome do comboio e nos fazem perceber a adoração dos incas, e dos atuais peruanos, à Pacha Mama, a mãe terra ou mãe natureza. O pequeno-almoço a bordo – pastel de acelga, três panquecas com doce de frutos vermelhos, banana peruana, morangos e mate de coca – e a simpatia dos «hospedeiros» são a única coisa capaz de nos distrair da paisagem. A certa altura, nas montanhas, vislumbra-se um grupo de caminheiros. Willy explica. Outra das formas de chegar a Machu Picchu é a pé, percorrendo o caminho inca e acampando pelo caminho. Inveja.
Há várias formas de chegar a Machu Picchu. Os comboios da Perurail são uma das mais confortáveis.
Última paragem: Águas Calientes, também conhecida por Machu Picchu Pueblo, pequena cidade atravessada pelo rio Urubamba, a mais próxima do mítico destino peruano, ao qual se deve a sua existência. Hotéis, restaurantes, fontes termais, um enorme mercado de artesanato cusquenho e a paragem dos autocarros que levam lá acima por estradas íngremes e estreitas sobre escarpas, em trinta minutos de pânico, sobretudo para quem vai à janela. Mais uma vez a importância de respirar. Fundo, neste caso, para espantar o medo. Chegamos tarde a Machu Picchu, a velha montanha. É hora de almoço. O ideal seria vir de manhãzinha. Menos gente e outra luz. Ainda assim, não temos que nos queixar. Chegámos aqui antes de morrer. Mais uma subida, agora a pé. Escadas e mais escadas. E depois, uau. Não se consegue explicar muito bem. Uau, que nem uma palavra é, é a única que ocorre. O fotógrafo está aqui em vantagem. As imagens são mais eloquentes do que as palavras. Willy, no entanto, continua a falar e a guiar-nos por este lugar a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, cuja beleza natural é de cortar a respiração, tanto como a obra humana, último reduto do império inca, apenas acessível às suas elites políticas, religiosas e intelectuais, e ao qual os colonizadores espanhóis nunca lograram chegar. Ouvimo-lo ao longe.
Património da Humanidade desde 1983 e Maravilha do Mundo desde 2007, Machu Picchu é a principal atração turística do Peru.
Depois podemos ir à internet e ficar a saber que a cidade perdida dos incas misteriosamente terá sido habitada apenas durante cerca de noventa anos, entre o século xv, data da sua fundação por Pachakuteq, e o século xvi e que em 1911 foi devolvida ao mundo pelo norte-americano Hiram Bingham e que em 1983 foi classificada pela UNESCO Património Cultural e Natural da Humanidade e que em 2007 foi considerada uma das maravilhas do mundo moderno e até que significado espiritual e filosófico tem cada um dos locais a que Willy nos leva: a porta principal, o templo do Sol, a pedra cerimonial, o setor dos templos, o templo das três janelas, a casa do inca, o templo do condor, o observatório astronómico… E, por isso, seguimo-lo, escapando. Para olhar e sentir. Não por misticismo. Apenas porque é arrebatador. Huayna Picchu, a jovem montanha, em frente, que com a adjacente parece formar um rosto, também pode ser visitada. E, diz-se, nós não fomos lá, ver Machu Picchu do alto de Huayana Picchu é outra coisa que há a fazer antes de morrer. Tão cedo não podemos partir, portanto. Entretanto, a chuva e a tarde começam a cair e ainda não é desta que dançamos. Talvez na selva.



Compartilhado do amigo Rogério

FOTOGRAFIA DOS AÇORES


A FOTOGRAFIA DOS AÇORES QUE ESTÁ A CORRER O MUNDO

A fotografia reproduz um 'arco-íris' de luminescência fotoquímica, em ondas gravíticas (oscilações) da atmosfera.



Uma imagem do astrofotógrafo português Miguel Claro, captada na ilha do Pico, nos Açores, voltou a ser a fotografia de astronomia ‘do dia’ da agência espacial norte-americana NASA.
A foto, publicada na terça-feira passada pela NASA, reproduz um ‘arco-íris’ de luminescência fotoquímica, em ondas gravíticas (oscilações) da atmosfera, descreve o autor numa mensagem de correio eletrónico enviada à Lusa.
Miguel Claro adianta que fixou um fenómeno raro de se ver, enquanto fotografava durante a noite a Via Láctea sobre a ilha do Faial, na subida da montanha do Pico. O fenómeno foi também registado, a partir do espaço, pelo satélite NOAA/NASA.
As ‘listas’ vermelhas que se veem na foto são, provavelmente, originadas por moléculas de hidroxilo (formadas por um átomo de hidrogénio e outro de oxigénio), a 87 quilómetros de altura e estimuladas por luz ultravioleta do Sol, explica a NASA na legenda da imagem.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias.
Miguel Claro Astrophotography: facebook.com/Astroarte


Leia mais: A fotografia dos Açores que está a correr o mundo http://www.voltaaomundo.pt/2016/03/26/fotografia-acores-miguel-claro-nasa/#ixzz46fDkGiAs 
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Compartilhado do amigo Rogério.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

"A ROSA"


"A ROSA"

Ele olhou para os lados...
Era uma manhã de um dia de semana, desses de céu aberto e muito sol.
Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.
 Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar.
 Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos últimos lugares, bem ao fundo. 
Ali se pôs a fazer a sua oração cheia de vida, dialogando com Jesus. 
Ouviu então em meio ao silêncio, a voz de alguém cuja presença não tinha percebido: Venha aqui, ver a rosa... 
Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. 
Levantou-se e a voz falou outra vez "Venha ver a rosa"... Embora sem entender, ele se dirigiu até a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa. 
Parou e começou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o exitante, insistiu.
 "Venha ver a rosa..."
 Sim eu estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal muito bonita. Mas o homem não se conformou e tornou a dizer:
 "Não! sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa"...
 Diante da insistência o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem mal trapilho? 
O que desejaria com ele, com aquele convite?
 Seria sensato sentar-se ali ao lado dele?
 Finalmente, venceu as próprias resistências e se sentou ao lado do homem.
"Veja agora a rosa"..., falou feliz o maltrapilho.
 De fato, era um espetáculo todo diferente. 
Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele ângulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-íris. 
Dali podia-se perceber um raio de luz, que vinha
 de uma das janelas e se refletia no vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-íris.
E o trabalhador extasiado exclamou: "É a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-íris. 
Mas se eu não tivesse me sentado onde estou, se não tivesse me deslocado do meu comodismo, de romper com preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa num espetáculo tão maravilhoso. 
É preciso olhar o outro de um prisma diferente do nosso.
 O AMOR assume coloridos diversos, se tivermos coragem de romper preconceitos. 
Há uma rosa escondida em toda pessoa, que não somos capazes de enxergar. 
Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver a rosa do outro, de um ângulo diferente.."


Para refletir!

SER CRIANÇA... SIMPLES ASSIM!


SER CRIANÇA... SIMPLES ASSIM!

“Porque é tão difícil para os adultos e principalmente para os educadores infantis compreenderem que movimentar-se é tudo o que a criança necessita?
Pois exercitar seu corpo nos mais diversos movimentos ajuda-a a se conhecer, a obter coordenação motora, a orientar-se no espaço circundante, a ter noção de limite, a adquirir habilidades, e muito mais.
Habilidades motoras que mais tarde se desenvolverão em habilidades cognitivas e sociais.
Parem uma criança muito cedo na infância e com certeza terão crianças que não conseguirão permanecer quietas em sala de aula, recebendo rótulos de indisciplinada, desatenta e com falta de concentração.
 Deem atividades de coordenação motora fina antes do tempo e terão crianças com problemas na aprendizagem da escrita e da leitura.
Impediríamos muitas dificuldades de aprendizagem se deixássemos as crianças serem crianças e brincarem livremente por muito mais tempo. Se não precisássemos de tanta movimentação na infância já nasceríamos adultos conscientes e controlados”.
Ah! O brincar…
Cada um em seu universo particular.
Movimentando-se.
Conquistando a si e ao mundo.
Ao som de cantigas antigas e o canto dos pássaros.
Ser criança...
Simples assim...!

Pilar T. M. Borba