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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

COMO ESTÁ SUA CAIXINHA DO AMOR???



COMO ESTÁ SUA CAIXINHA DO AMOR...!!!???
Quando eu era pequenina, uma pessoa muito especial me contou uma história mais ou menos assim:
“O amor é como uma caixinha, onde se coloca e se tira…
Quando se dá amor, se tira da nossa caixinha e se coloca na caixinha do outro...
Quando se recebe amor,  se tira da caixinha do outro e se coloca na nossa.”
Acho que essa foi a melhor explicação que já recebi até hoje do amor…
Se você só recebe e não dá, a caixinha lota e ninguém mais consegue te dar amor.
Se você só dá, chega uma hora que acaba o seu.
Por isso, na vida é importante dar e receber amor.
Nem sempre aquele que recebe de nós é o que nos dá.
Nem sempre damos de quem recebemos.
Mas sempre estamos fazendo troca e reciclando o nosso estoque de amor.
Não deixe sua caixinha esvaziar, nem deixe sua caixinha lotar.
Saiba dar e saiba receber.
Coloque amor em tudo que faz, desde o acordar até o dormir, no trabalho, no trânsito, em casa…
As coisas, os detalhes feitos com amor têm outro sabor, tanto para quem faz como para quem recebe.
Coloque amor no seu sorriso pela manhã.
Coloque amor no bom dia animado.
Coloque amor nos detalhes do dia.
Coloque amor nas pequenas coisas, e nas grandes também!
E você verá que sua vida será cheia de realizações, sucesso, alegrias, coisas boas e amor.

Lembre-se de que a felicidade só depende de nós e viva melhor!
E... então! Verifique como está sua CAIXINHA DO AMOR...!


PRECE!



PRECE!
SENHOR,
Agasalha a minha alma na concha de tuas mãos, 
tal como se fosse um pássaro perdido em busca de abrigo.
Acalenta meu coração junto às dobras do teu manto, 
como a um cordeirinho em busca de paz.
Fala-me com ternura, como fizeste aos peixes, 
para encher de doçura e saber o meu entendimento. 
Apascenta as minhas imperfeições, 
como o fizeste com o lobo, 
deixando-o carinhosamente a teus pés. 
Eleva os meus pensamentos 
nas asas dos pássaros que voam pelos céus. 
Prostra o meu orgulho sobre a relva verde do chão.
Abre meu coração ao teu exemplo, 
como se descerram as corolas das flores para o orvalho da manhã.
Estende-me as tuas mãos 
para que te siga sem esmorecer 
pela estrada do amor, da paz e da humildade.
AMÉM!


OLHOS DE CRIANÇA...


Olhos de criança... 
Um velho sentava-se em sua cadeira de balanço dia após dia.
Ele prometeu não sair dali até ver Deus.
Em uma bela tarde de primavera, o velho balançando em sua cadeira, incansável em sua busca visual de Deus, viu uma garotinha brincando do outro lado da rua.
A bola da garotinha rolou para o seu quintal, e ela correu em sua direção.
Ao abaixar-se para pegá-la, olhou para o velho e disse:
- Eu vejo o senhor todos os dias balançando-se em sua cadeira e olhando para o vazio.
O que está procurando?
- Ah, minha querida, é jovem demais para entender - respondeu o velho.
- Talvez - respondeu a garota.
 Mas a minha mãe sempre me disse que se eu tivesse algo em minha cabeça, deveria falar sobre isso, para compreender melhor. Ela sempre diz: "Srta. Lizzy,  compartilhe os seus pensamentos." Compartilhe, compartilhe, compartilhe, é o que sempre diz.
- Bem Srta. Lizzy, eu não acho que poderia ajudar-me - resmungou o velho.
- Possivelmente não, senhor, mas talvez eu possa ajudar apenas ouvindo.
- Está bem, criança, eu estou procurando por Deus.
- Com o devido respeito, o senhor balança para a frente e para trás nessa cadeira dia após dia à procura de Deus? - Perguntou a Srta. Lizzy, intrigada.
- Sim. Preciso acreditar antes da minha morte, que existe um Deus. Preciso de um sinal - respondeu o velho.
- Um sinal, senhor? Um sinal? disse a Srta. Lizzy, agora bastante confusa com as palavras do velho.
- Senhor, Deus dá-lhe um sinal quando o senhor respira, sente o cheiro de flores frescas, ouve os pássaros cantando e todos os bebês nascem. Ele dá-lhe um sinal quando o senhor ri e chora, quando sente as lágrimas saindo de seus olhos. Isso é um sinal em seu coração para abraçar e amar. Deus dá-lhe um sinal no vento, no arco-íris e na mudança das estações. Todos os sinais estão aí, mas o senhor não acredita neles. Deus está no senhor e em mim. Não existe procura, porque ele, ela ou seja lá o que for está aqui o tempo todo.
Com uma das mãos em sua cintura e brandindo a outra no ar, a Srta. Lizzy continuou:
- Minha mãe diz: "Se você estiver procurando algo monumental, é porque fechou os olhos, pois ver Deus é ver as coisas simples, ver a vida em tudo."
- Srta. Lizzy, é muito perspicaz em sua compreensão de Deus, mas o que fala ainda não é o bastante.
Lizzy caminhou até o velho, colocou as suas mãos infantis sobre o coração dele e falou suavemente em seu ouvido:
- Senhor, isso vem daqui, não de lá. - E apontou para o céu. - Encontre-o primeiro em seu coração, em seu próprio exemplo. Então verá os sinais.
Quando atravessava novamente a rua para ir embora, ela virou-se para o velho e sorriu. Então, ao inclinar-se para sentir o cheiro das flores, gritou:
- Minha mãe sempre diz: "Se você estiver procurando algo monumental, é porque fechou os olhos".
Dee Dee Robinson
SIL

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO...!


A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO...!
As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar uma  certa elegância, de acordo com suas possibilidades.
 Isso é natural do ser humano.
Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
 No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam; e quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É possível debitá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
 Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece.
É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
É elegante não ficar espaçoso demais.
 Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
 É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
 É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto.
Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
 A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
 É ser amigo sem conivência negativa.
 Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
 Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.
É superar dificuldades com fé e coragem.
É saber desarmar a violência com mansidão e alcançar a vitória sem se vangloriar.

 Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.
Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.
Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade.
A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.

ESCREVER NA ROCHA...


ESCREVER NA ROCHA...
Dois grandes mercadores árabes, de nomes Amir e Farid, eram muito
amigos e sempre que faziam suas viagens para um mercado onde vendiam
suas mercadorias, iam juntos, cada qual com sua caravana e seus escravos empregados.
Numa dessas viagens, ao passarem junto a um rio caudaloso, Farid
resolveu banhar-se, pois fazia muito calor.
Em dado momento, distraindo-se, foi arrastado pela correnteza.
Amir, vendo que seu grande amigo corria risco de vida, atirou-se às águas e com inaudito esforço, conseguiu salvá-lo.
Após esse episódio Farid chamou um de seus escravos e mandou que ele
gravasse numa rocha ali existente, uma frase que lembrasse a todos do
acontecido.
Ao retornarem, passaram pelo mesmo lugar, onde pararam para rápido
repouso.
Enquanto conversavam, tiveram uma pequena discussão e Amir
alterando-se esbofeteou Farid.
Este aproximou-se  das margens do rio e, com uma varinha, escreveu na
areia o fato.
O escravo que fora encarregado de escrever na pedra o agradecimento de
Farid, perguntou-lhe:
- Meu senhor, quando fostes salvo, mandaste  gravar aquele feito numa
pedra e agora escreveis na areia o agravo recebido.
 Por que assim o fazeis?
Farid respondeu-lhe:
 Os atos de bondade, de amor e abnegação devem ser gravados na rocha
para que todos aqueles que tiverem oportunidade de tomar conhecimento
deles, procurem imitá-los.
Ao contrário, porém, quando recebemos uma
ofensa, devemos escrevê-la na areia, próxima às águas para que
desapareça, levada pela maré, a fim de que ninguém tome conhecimento
dela e, acima de tudo para que qualquer mágoa desapareça prontamente
no nosso coração !

Sil

ALÉM DO LIMITE...


ALÉM DO LIMITE... 
Se somente nós lutarmos por um mundo melhor, um dia cansaremos e, certamente, desanimaremos diante das dificuldades.
Nós somos seres humanos e temos também nosso limite, por mais que Deus habite em nós...
Mas, se tivermos o seu sorriso amigo e você caminhar conosco com fé, nem pôr um momento ficaremos desanimados.
Nós iremos, sim, além do nosso limite e chegaremos ao castelo de sonhos que em algum lugar sabemos que existe...
Nós precisamos muito de você,  pois certamente, você aprecia nosso trabalho...
Portanto vamos unir nossas forças para sermos fortes.
Com o amor sendo um suporte venceremos muitas barreiras e até mesmo as desigualdades...
Não importa o seu passado, limitações que tenha e nem sua crença também.
Falhas... quem é que não as tem?
Nós somente esperamos que você seja sincero, respeite nossas emoções e ajude nos nossos erros apontando as soluções...
Vamos construir um mundo onde haja mais justiça, fraternidade, liberdade, igualdade e solidariedade com muita paz entre as pessoas.
Isso não é uma fantasia e nem falamos com precipitação.
Se cada um fizer um pouco, em breve seremos uma nação onde haverá mais coração...

Seremos uma nação de Amigos Sorridentes . . . Alegres e Felizes!

A PISCINA E A CRUZ...!



A Piscina e a Cruz...!

Um de meus amigos ia todo dia à noite
nadar numa piscina coberta.
Sempre via um homem que lhe chamava atenção.
Ele tinha o costume de correr até a água
e molhar somente o dedão do pé.
Depois subia no trampolim mais alto
e, com um esplêndido salto, mergulhava na água.
Um dia tomou coragem
e perguntou a razão daquele hábito.
O homem sorriu e respondeu:
"Sim, eu tenho um motivo para fazer isso.
Há alguns anos eu era professor de natação
de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los
a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite
não conseguia dormir e fui à piscina
para nadar um pouco; pois, sendo o professor,
eu tinha uma chave para entrar no clube.
Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar.
A luz da lua brilhava através do teto de vidro.
Quando estava sobre o trampolim,
vi minha sombra na parede em frente.
Eu estava com os braços abertos
e minha silhueta formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado,
contemplando aquela imagem."
O professor de natação continuou:
"Nesse momento, pensei na cruz de Cristo
e em seu significado.
Eu era cristão,
mas quando criança aprendi um cântico
cujas palavras me vieram à mente
e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido
para nos salvar por meio de seu precioso sangue.
Não sei quanto tempo fiquei parado
sobre o trampolim com os braços estendidos,
e nem compreendo por que não pulei na água.
Finalmente voltei, desci do trampolim
e fui até a escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso...
Na noite anterior haviam esvaziado a piscina
e eu não tinha percebido!!!
Tremi todo e senti um calafrio na espinha.
Se tivesse saltado, seria o meu último salto.
Naquela noite, a imagem da cruz na parede
salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido a Deus
 que Sua graça me permitiu continuar vivo
que me ajoelhei na beira da piscina.
Tomei consciência de que não somente a minha vida,
mas também a minha alma precisava ser salva.
Para que isso acontecesse,
foi necessário outra cruz,
aquela na qual Jesus morreu para nos salvar.
Ele me salvou quando confessei
os meus pecados e me entreguei a ELE.
E continuou seu relato, emocionado:
"Naquela noite fui salvo duas vezes.
Agora tenho um corpo sadio, porém,
o mais importante é que sou eternamente salvo.
Talvez agora você compreenda porque molho
o dedão antes de saltar na água..."

Sil