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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

QUANDO TEU FILHO TE DIZ:" PAI, MÃE, NÃO SE METAM NA MINHA VIDA!"









QUANDO O TEU FILHO TE DIZ:
 

MÃE, PAI NÃO SE METAM NA MINHA VIDA!


Já ouviram alguma vez  esta expressão?:

“NÃO TE METAS NA MINHA VIDA”! 

Esta frase tocou-me profundamente, tanto, que freqüentemente a recordo e comento nas minhas conversas com Pais e Filhos.
 

Como eu responderia a essa pergunta inquisitiva de meu filho?
 

Esta poderia ser a minha resposta:
 

FILHO, UM MOMENTO, NÃO SOU EU QUE ME METO NA TUA VIDA, FOSTE TU QUE TE METESTE NA MINHA!
 

Faz muitos anos, graças a Deus, e pelo amor que a mamãe e eu sentimos, chegaste às nossas vidas, ocupaste todo nosso tempo, ainda antes de nasceres.
 

A mamãe sentia-se mal, não conseguia comer, tudo o que comia, vomitava , e tinha que ficar de repouso.
 

Eu tive que me dividir entre as tarefas do meu trabalho e as da casa para ajudá-la.
 
Nos últimos meses, antes que chegasses à casa, a mamãe não dormia e não me deixava dormir.
 

Os gastos aumentaram incrivelmente, tanto que grande parte do que ganhava era gasto contigo, para pagar um bom médico que atendesse a mamãe e a ajudasse a ter uma gravidez saudável, em medicamentos, na maternidade, em comprar-te todo um guarda-roupa.
 

A mamãe não podia ver nada de bebê, que não o quisesse para ti, compramos tudo o que podíamos, contando que tu estivesses bem, tivesses o melhor possível.
 

NÃO TE METAS NA MINHA VIDA?!
 

Chegou o dia em que nasceste:
 
Tivemos que comprar algo para dar de recordação aos que te vieram conhecer,
 
DISSE À  MAMÃE:
Temos que adaptar um quarto para o bebê.
 
Desde a primeira noite não dormimos.
 

A cada três horas, como se fosses um alarme de relógio, despertavas para te darmos de comer.
 
Outras, porque te sentias mal e choravas e choravas, sem que nós soubéssemos o que fazer, pois não sabíamos o que te tinhas, até chorávamos contigo.
 

NÃO TE METAS NA MINHA VIDA?
 

Começaste  a andar, eu não sei quando foi que tive que andar mais atrás de "ti",
 
se quando começaste a andar ou quando pensaste que já sabias.
 

Já não podia sentar-me tranqüilo  a ler o jornal ou a ver um filme,  ou o jogo do meu time favorito, porque quando acordavas, te perdias da minha vista e tinha que sair atrás de ti para evitar que te machucasses.
 

NÃO TE METAS NA MINHA VIDA?
 

Ainda me lembro do primeiro dia de aula.
 
Quando tive que telefonar para o serviço e dizer  que não podia ir.
 
Já que tu, na porta do colégio, não querias soltar-me a mão e entrar.
 
Choravas e pedias-me que não fosse embora.
 
Tive que entrar contigo na escola,  pedir à professora que me deixasse estar ao teu lado, algum tempo, na sala, para que te fosses acostumando.
 
Depois de algumas semanas já não me pedias que não fosse embora, como até  esquecias de despedir-te,  quando saías do carro correndo para te encontrares com os teus amiguinhos.
 

NÃO TE METAS NA MINHA VIDA?
 

Foste crescendo, já não querias que te levássemos às festas em casa de teus amiguinhos, pedias-nos que parássemos numa rua antes de te deixarmos e que te fôssemos buscar numa rua depois, porque já eras "cool“, top, não querias chegar cedo em casa, incomodava-te que te impuséssemos regras, não podíamos fazer comentários
 
sobre os teus amigos, sem que te voltasses contra nós, como se os conhecesses a eles toda a tua vida e nós fôssemos uns perfeitos "desconhecidos"
 
para ti.
 

NÃO TE METAS NA MINHA VIDA?
 

Cada vez sei menos de ti por ti mesmo,  sei mais pelo que ouço dos demais.
 
Já quase não queres falar comigo,  dizes que apenas sei reclamar, e tudo o que eu faço está mal, ou é razão para que te rias de mim, pergunto: como?  Com  esses defeitos, pude dar-te o que até agora tens tido.
 

A Mamãe passa a noite em claro e consequentemente  não me deixa dormir dizendo-me:
 
que ainda não chegaste e que já é madrugada, que o teu celular está desligado,
 
que já são 3 h e não chegas.
 
Até que por fim podemos dormir quando acabas de chegar.
 

NÃO TE METAS NA MINHA VIDA?
 

Já quase não falamos,  não me contas as tuas coisas, aborrece-te falar com velhos que não entendem o mundo de hoje.
 
Agora só me procuras quando tens que pagar algo ou necessitas de dinheiro para o Colégio,  Universidade, ou para sair.
 
Ou pior ainda, procuro-te eu, quando tenho que chamar-te a atenção.
 

NÃO TE METAS NA MINHA VIDA?
 

Mas estou seguro que diante destas palavras . .
 

"NÃO TE METAS NA MINHA VIDA", podemos responder juntos:
 


FILHO, EU NÃO ME METO NA TUA VIDA, TU TE METESTE NA MINHA.  EU TE ASSEGURO  QUE DESDE O PRIMEIRO DIA, ATÉ AO DIA DE HOJE, NÃO ME ARREPENDO QUE TE TENHAS METIDO NELA E A TENHAS TRANSFORMADO PARA SEMPRE!
 

ENQUANTO EU FOR VIVO, VOU METER-ME NA TUA VIDA, ASSIM COMO TU TE METESTE NA MINHA, PARA AJUDAR-TE, PARA FORMAR-TE, PARA AMAR-TE E PARA FAZER DE TI UM HOMEM OU UMA MULHER DE BEM!
 

SÓ OS PAIS QUE SABEM METER-SE NA VIDA DE SEUS FILHOS CONSEGUEM FAZER DELES, HOMENS E MULHERES QUE TRIUNFAM NA VIDA E SÃO CAPAZES DE AMAR!
 


PAPAIS:
 
MUITO OBRIGADO!
 

Por se meterem na vida dos seus filhos.
 
Ah, melhor ainda, por terem deixado que os seus filhos se metam nas suas vidas!
 

E para vocês filhos:
 

VALORIZEM OS SEUS PAIS. NÃO SÃO PERFEITOS, MAS AMAM  VOCÊS E TUDO O QUE DESEJAM É QUE VOCÊS SEJAM CAPAZES DE ENFRENTAR A VIDA E TRIUNFAREM COMO HOMENS, MULHERES DE BEM !
 

A vida dá muitas voltas, e, em menos tempo do que vocês  imaginam, alguém lhes dirá:
 

“NÃO TE METAS NA MINHA VIDA!”
 

A paternidade não é um capricho ou um acidente, é um dom de Deus, que nasce do Amor!
 

Que Deus abençoe todos os FILHOS e todos os PAIS!



RISCOS!



Riscos

“Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.

Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.

Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.

A pessoa que não corre nenhum risco não faz nada,
não tem nada e não é nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas,
privam-se de sua liberdade.

Somente a pessoa que corre riscos é livre.”

(Autor não identificado)

CURSO DE ESCUTATÓRIA: PENSAR...SILENCIAR...OUVIR!




                       CURSO DE ESCUTATÓRIA!!!
     Você conhece este Curso? Já ouviu falar dele?
          Para PENSAR...  SILENCIAR...  OUVIR!
Sempre vejo anunciados cursos de Oratória. Nunca vi anunciado curso de Escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de Escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.

Escutar é complicado e sutil. Diz o Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma“.
Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Aí a gente que não é cego abre os olhos. Diante de nós, fora da cabeça, nos campos e matas, estão as árvores e as flores.
Ver é colocar dentro da cabeça aquilo que existe fora. O cego não vê porque as janelas dele estão fechadas.
O que está fora não consegue entrar. A gente não é  cego. As árvores e as flores entram.
 Mas - coitadinhas delas - entram e caem num mar de idéias. São misturadas nas palavras da filosofia que mora em nós. Perdem a sua simplicidade de existir. Ficam outras coisas.
Então, o que vemos não são as árvores e as flores.
 Para se ver é preciso que a cabeça esteja vazia.

Faz muito tempo, nunca me esqueci.
Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contou-me uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos.
Quanto maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida.
 Conversar é a arte de produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos.
Acho que foi lá que a ópera foi inventada.
 A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...)
 Voltando ao ônibus.
Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia - a enfermeira nunca acertava -, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia.
Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...“
A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.

Parafraseio o Alberto Caeiro:
 “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.“
 Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.
 No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus.
Certo estava Lichtenberg - citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas.“
 Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos...

Tenho um velho amigo, que se mudou para os Estados Unidos, estimulado pela revolução de 64; foi trabalhar num programa educacional,  voltado para minorias.
 Contou-me de sua experiência com os índios. As reuniões são estranhas. Reunidos os participantes, ninguém fala.
Há um longo, longo silêncio.
 (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, como se estivessem orando.
Não rezando. Reza é falatório para não ouvir.
 Orando. Abrindo vazios de silêncio. Expulsando todas as idéias estranhas.
 Também para se tocar piano é preciso não ter filosofia nenhuma). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial.
 Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio.
Falar logo em seguida seria um grande desrespeito. Pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que julgava essenciais.
Sendo dele, os pensamentos não são meus. São-me estranhos.
 Comida que é preciso digerir. Digerir leva tempo.
É preciso tempo para entender o que o outro falou.
 Se falo logo a seguir, são duas as possibilidades.
 Primeira: “Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava eu pensava nas coisas que eu iria falar quando você terminasse sua (tola) fala.
Falo como se você não tivesse falado.“
 Segunda: “Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.“
 Em ambos os casos estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada.
 O longo silêncio quer dizer: “Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.“ E assim vai a reunião.

Há grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio.
 Faz alguns anos passei uma semana num mosteiro na Suíça, Grand Champs.
 Eu e algumas outras pessoas ali estávamos para, juntos, escrever um livro. Era uma antiga fazenda. Velhas construções, não me esqueço da água no chafariz onde as pombas vinham beber.
 Havia uma disciplina de silêncio, não total, mas de uma fala mínima. O que me deu enorme prazer às refeições. Não tinha a obrigação de manter uma conversa com meus vizinhos de mesa. Podia comer pensando na comida. Também para comer é preciso não ter filosofia.
Não ter obrigação de falar é uma Felicidade. Mas logo fui informado de que parte da disciplina do mosteiro era participar da liturgia três vezes por dia: às 7 da manhã, ao meio-dia e às 6 da tarde.
 Estremeci de medo. Mas obedeci.
 O lugar sagrado era um velho celeiro, todo de madeira, teto muito alto. Escuro. Haviam aberto buracos na madeira, ali colocando vidros de várias cores. Era uma atmosfera de luz mortiça, iluminado por algumas velas sobre o altar, uma mesa simples com um ícone oriental de Cristo.
 Uns poucos bancos arranjados em “U“ definiam um amplo espaço vazio, no centro, onde quem quisesse podia se assentar numa almofada, sobre um tapete.
Cheguei alguns minutos antes da hora marcada.
 Era um grande silêncio.
 Muito frio, nuvens escuras cobriam o céu e corriam, levadas por um vento impetuoso que descia dos Alpes
. A força do vento era tanta que o velho celeiro torcia e rangia, como se fosse um navio de madeira num mar agitado.
O vento batia nas macieiras nuas do pomar e o barulho era como o de ondas que se quebram. Estranhei.
Os suíços são sempre pontuais. A liturgia não começava. E ninguém tomava providências. Todos continuavam do mesmo jeito, sem nada fazer.
 Ninguém que se levantasse para dizer:
“Meus irmãos, vamos cantar o hino...“ Cinco minutos, dez, quinze. Só depois de vinte minutos é que eu, estúpido, percebi que tudo já se iniciara vinte minutos antes.
 As pessoas estavam lá para se alimentar de silêncio. E eu comecei a me alimentar de silêncio também.
 Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir.
 Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras.
 E música, melodia que não havia e que quando ouvida nos faz chorar. A música acontece no silêncio. É preciso que todos os ruídos cessem.
 No silêncio, abrem-se as portas de um mundo encantado que mora em nós - como no poema de Mallarmé, A catedral submersa, que Debussy musicou. A alma é uma catedral submersa.
 No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos.
 Me veio agora a idéia de que, talvez, essa seja a essência da experiência religiosa - quando ficamos mudos, sem fala.
Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar.
 Para mim Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio.
 Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto...

Ah!  O SILÊNCIO... por quê temos tanta dificuldade para ouvi-lo???

SABIA QUE AS AMIGAS CURAM...?



Sabia que as amigas curam?
Uma Interessante descoberta!
Um estudo publicado pela universidade de Los Angeles, Califórnia, indica que a amizade entre mulheres é verdadeiramente especial.
Descobriu-se que as amigas contribuem para o fortalecimento da identidade e da proteção do nosso futuro.
Constituem um remanso no meio do mundo real cheio de tempestades e de obstáculos.
As amigas ajudam a encher os vazios emocionais das nossas relações com os homens, e ajudam-nos a recordar quem nós somos realmente.
 Após 50 anos das investigações, identificou-se que existem  substâncias químicas produzidas pelo cérebro que ajudam a criar e manter os laços de amizades entre as mulheres.
Os pesquisadores, homens em sua maioria, foram surpreendidos com os resultados dos estudos.
Quando o hormônio OXITOCINA é liberado como a parte da reação das mulheres ao stress, elas sentem a necessidade de proteger suas crianças e de agrupar-se com outras mulheres, pois quando isso acontece, uma quantidade ainda maior é produzida de oxitocina que reduz o stress agudo e causa um efeito tranquilizante.
Estas reações não aparecem entre os membros do sexo masculino porque a testosterona que os homens produzem em quantidades elevadas, tende a neutralizar os efeitos da oxitocina, visto que os estrógenos femininos aumentam a produção deste hormônio.
Depois de estudos repetidos, demonstrou-se que os laços emocionais existentes entre as mulheres que são amigas verdadeiras e leais, contribuem para uma redução dos riscos das doenças relacionadas à pressão arterial e ao colesterol.
Acredita-se que esta pode ser uma das razões por que geralmente as mulheres vivem mais do que os homens.
As mulheres que não estabelecem relações de amizade com outras mulheres, não mostram os mesmos resultados em sua saúde.
Assim, ter amigas ajuda-nos não só a viver mais, como também a viver melhor.
O estudo sobre a saúde indica que quanto mais amigas tem uma mulher, maior é a probabilidade de que chegue à velhice sem problemas físicos e levando uma vida plena e saudável.
Neste mesmo estudo observou-se como as mulheres superam os momentos críticos (como a morte do esposo ou dos pais) e percebeu-se também que as mulheres que podem confiar em suas amigas, reagem às doenças sérias e recuperam-se em um lapso de tempo menor do que aquelas que não têm em quem confiar.
O estudo concluiu que a amizade entre as mulheres constitui  uma fonte de força, bem estar, alegria e saúde.

Tenhamos AMIGAS... muitas AMIGAS!

UM ANJO ESCREVEU...




UM ANJO ESCREVEU:

Muitas pessoas entrarão e sairão de sua vida,
Mas apenas os amigos verdadeiros deixarão pegadas em seu coração.
Para manejar você mesmo, use sua cabeça;
Para manejar os outros, use seu coração.


...Se alguém trair você uma vez, a culpa é dele;
Se ele o trair uma segunda vez, a culpa é sua.

Mentes grandes discutem idéias;
Mentes medianas discutem eventos;
Mentes pequenas discutem pessoas.

Deus dá alimento a todos os pássaros,
Mas Ele não joga no ninho.Aquele que perde dinheiro, perde muito;
Aquele que perde um amigo, perde mais;
Aquele que perde a Fé, perde tudo.
Pessoas jovens e belas são obra da Natureza,
Pessoas idosas e belas são obra de Arte.

Aprenda com erros alheios.
Você não conseguiria viver tempo suficiente para cometê-los todos sozinho.
A língua pesa praticamente nada,
Mas poucas pessoas conseguem segurá-la.

Autor: Desconhecido.

CAMINHOS PARA A FELICIDADE (Conceitos)



CAMINHOS PARA A FELICIDADE
(Conceitos)



“Se alguém não encontra a felicidade em si mesmo, é inútil que a procure noutro lugar.”
(La Rochefoucald)

“A felicidade não é uma estação de chegada, mas um modo de viajar.”
(M. Ruberck)

“Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso.”
(Platão)

“Cultivar estados mentais positivos como a generosidade e a compaixão,  decididamente conduz a uma melhor saúde mental e à felicidade”
(Dalai Lama)

“O bem que fizemos na véspera é o que nos traz a felicidade pela manhã.”
(Provérbio Hindu)

“... A ventura é um “estado de espírito” e não fruto da posse ou propriedade particular...
...as coisas inanimadas ou provisórias,  jamais podem proporcionar a felicidade para quem é eterno!”
(Ramatis / H. Maes)

“As alegrias que brotam do mundo dos sentidos encerram germes de futuras tristezas; vêm e vão; por isso, ó príncipe, não é nelas que o sábio busca sua felicidade.”
(Bhagavad Gita)

"Na realidade, são nossas atividades conformes à excelência que nos levam à felicidade, e as atividades contrárias nos levam à situação oposta"
(Aristóteles)

“Sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos...”
(W. Shakespeare)

“Essa é a verdadeira chave para a vida: se modificares a tua mentalidade, tuas condições se modificarão também – teu corpo irá modificar-se; tuas atividades rotineiras irão modificar-se; teu lar irá modificar-se; toda a tônica da tua vida irá modificar-se – pois o estares feliz e contente ou deprimido e infeliz, depende inteiramente do tipo de alimento mental de que te nutres.”
(Emmet Fox)

“A felicidade depende das qualidades próprias do indivíduo e não do estado material do meio em que se acha.”
(Allan Kardec in “Revue Spirite” - março/1865)


O autoconhecimento é o começo da sabedoria, em cuja tranqüilidade e silêncio se encontra o Imensurável.
(Krishnamurti)


“Não existe um caminho para a Felicidade. A Felicidade é o caminho.”
(Mahatma Gandhi

“Se queres colher doce paz e descanso, discípulo, semeia com sementes do mérito os campos de futuras colheitas.”
(H.P. Blavatsky)





TEU CARMA!

 TEU CARMA!

Tuas ações, atos e atitudes geram ações, atos e atitudes. 
Teu Carma é o efeito daquilo que causaste.
 
Modifica teu carma, mudando tuas ações.
Ao transformares teu modo de Ser, transformarás as reações na tua existência.
 
Quem joga rosas é a primeira pessoa a se perfumar.
Quem atira lama, é a que mais se enlameia.
Podes modificar o teu carma, aceitando o teu hoje e reprogramando tuas atitudes desagradáveis.
Ninguém te machuca, tu é que te machucas, mas não percebes; por isso acusas os outros.
Ninguém te faz infeliz, tu é que esperas que os outros te façam feliz.
A Lei do Retorno faz com que tudo sempre volte ao ponto de partida.
Logo, é importante lembrares que:
...se mudares tuas ações, estarás mudando o teu carma;
...erros acontecem para ensinar;
...edificação íntima requer esforço pessoal;
...daquilo que deste, receberás multiplicado.

TEU CARMA É O RESULTADO DE TUAS AÇÕES.

“A cada um de acordo com o seu comportamento:

Analisa atentamente a ligação entre situações, idéias e acontecimentos.
Observa a veracidade de tudo o que acontece em tua existência e verás que não são por si só os fatos de vidas passadas que te complicam a existência na atualidade, e sim a perpetuação dos velhos modos de pensar e de agir, das crenças incoerentes e dos pontos de vista contraditórios.
Que Deus te ilumine!
 Colaboração da amiga Marlene.