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sexta-feira, 18 de março de 2011

RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE - Diferenças




AS DIFERENÇAS ENTRE
RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE
(Desconheço a autoria)


A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.

A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.

A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.

A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprende com o erro".

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!

A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.

A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.

A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.

A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.

A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência.

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.

A religião alimenta o ego.
A espiritualidade  nos faz Transcender.

       A religião nos faz renunciar ao mundo.
     A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.

A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

        A religião sonha com a glória e com o paraíso.
   A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.

A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.

    A religião crê na vida eterna.
         A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

      A religião promete para depois da morte.
              A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.


 Colaboração do amigo Joel Poddixi

Muito obrigada
 

segunda-feira, 7 de março de 2011

Como se ESCREVE??? ....



                     Como se escreve...


Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do jardim de infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam. Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até a mesa da professora e disse:

- Professora, como a gente escreve...? Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula.

Joey dobrou o papel e o guardou no bolso. Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.

Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela e disse.

- Mamãe, como a gente escreve...?

- Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta, foi a resposta dela. Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso.

Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai. Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai e disse.

- Papai, como a gente escreve...?

- Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta. O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.

Os anos passaram...

Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e ela disse.

- Este aqui é você, papai! A garota também riu. O pai olhou para o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.

Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou: eu volto logo! E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou.

- Papai, como a gente escreve amor? Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia: amor, querida, amor se escreve com as letras T...E...M...P...O (TEMPO).

Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extra para amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.

Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.

Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie.

Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.



Colaboração da amiga Sônia Alves
Muito obrigada.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

SOMOS ÓRFÃOS DOS NOSSOS FILHOS!...


                  SOMOS ÓRFÃOS 
            DE NOSSOS FILHOS!

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos.
 É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, e crescem sem pedir licença!
Crescem como uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.
Um dia, sentam perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha, que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E agora você está ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça.
Ali estão muitos pais no volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins e cabelos soltos.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então, com a blusa amarrada na cintura. Está quente, achamos que vão estragar a blusa, mas não tem jeito: é o emblema da geração.
Pois ali estamos, com os cabelos esbranquiçados.
Esses são os filhos que conseguimos gerar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas das notícias e das ditaduras das horas.
 E eles crescem meio amestrados, observando nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfão dos próprios filhos.
 Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e festas.
 Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante das próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer, para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências, entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não, não os levamos suficientemente ao maldito Play Center, ao shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e Cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio, subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais e páscoas, piscina e amiguinhos.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, pedidos de chiclete e sanduíches e cantorias infantis.
Depois, chegou a idade em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos.
Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daqueles “pestes”.
O jeito é esperar.
A qualquer hora podem nos dar netos.
 O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos, e que não pode morrer conosco.
 Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.

Colaboração da amiga Vanira
Obrigada

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

SOMOS CONSTRUTORES DA NOSSA PRÓPRIA VIDA!



SOMOS CONSTRUTORES DA NOSSA PRÓPRIA VIDA!

Por mais que gostemos da vida no corpo físico, um dia, todos morreremos isto é fato.
Morrem os pobres e morrem também os ricos.
Foi assim que um dia um importante homem, que detinha poder e muitas posses, foi habitar o além.
Foi recebido pelo benfeitor, encarregado de conduzi-lo à sua nova residência.
Caminhavam calmamente por um lugar pitoresco, com ruas calmas, um gramado extenso e grande variedade de árvores e jardins.
Ao passarem por uma das casas, o benfeitor mostrou-a ao homem e lhe disse: "observe! Aquela é a casa de sua cozinheira."
"Mas ela ainda não morreu", respondeu o homem.
Sem dar nenhuma resposta, andaram por mais algum tempo e o orientador mostrou outra casinha graciosa e disse: "essa é a casa do seu jardineiro."
Ambas eram casas muito agradáveis. Simples, mas aconchegantes.
Jardins com flores silvestres e pássaros voejando e cantando por entre as borboletas que pousavam de flor em flor.
Discretos regatos com águas cantantes e cristalinas cortavam os gramados verdes.
O homem estava muito animado, pois se seus empregados teriam moradias tão agradáveis, o que não estaria reservado a ele, um homem rico e poderoso?
Caminharam por mais algum tempo, quando o benfeitor parou diante de um barraco, localizado numa área menos clara e quase sem nenhum encanto.
Com um gesto gentil indicou ao homem sua nova residência.
O homem teve um sobressalto.
Indignado perguntou ao orientador: "como posso eu, um homem rico e possuidor de muitos bens, morar agora nesse barraco caindo aos pedaços?
Sem dúvida deve ser uma brincadeira!"
"Infelizmente não é, meu filho", falou amavelmente o benfeitor.
E acrescentou: "todas as construções são feitas com os materiais que vocês nos enviam diariamente enquanto estão na Terra.
 São materiais invisíveis aos olhos físicos, mas firmes o bastante para construir um recanto sólido aqui, nesse novo mundo.
Cada gesto nobre, cada boa ação, cada trabalho realizado com honestidade e desinteresse, são matérias primas importantes aplicadas nos tesouros verdadeiros deste lado da vida."
"Mas como saber disso, se ninguém me avisou enquanto estava na Terra?", objetou o infortunado.
"Ora, meu filho, talvez você tenha esquecido, mas há mais de dois milênios se ouve falar de um Homem chamado Jesus, que orientou muito bem sobre essa questão, recomendando que se construíssem tesouros no céu, onde nem a traça come nem os ladrões roubam."
Pensativo e sem argumentos, o homem adentrou ao seu mísero barraco, em busca de um mínimo de conforto para sua alma inquieta.
Escrito por: (Autor desconhecido)


Pense nisso, mas...  pense  AGORA!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A ALUNA ROSA - seu exemplo.




O EXEMPLO DA  ALUNA

                   -ROSA-


No primeiro dia de aula nosso professor se apresentou aos alunos, e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda.
 Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro. Olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim, com um sorriso que iluminava todo o seu ser.

Ela disse:
- Hei bonitão. Meu nome é Rosa. Eu tenho oitenta e sete anos de idade. Posso te dar um abraço?
-Eu ri, e respondi entusiasticamente:
- É claro que pode! - e ela me deu um gigantesco apertão.
- Por que você está na faculdade em tão tenra e inocente idade? - perguntei.
Ela respondeu brincalhona:
- Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar.
- Está brincando - eu disse. Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse:
- Eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um!
Após a aula nós caminhamos para o prédio da união dos estudantes, e dividimos um "milk-shake" de chocolate.
Tornamos-nos amigos instantaneamente.
Todos os dias nos próximos três meses nós teríamos aula juntos e falaríamos sem parar.
Eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela "máquina do tempo" compartilhar sua experiência e sabedoria comigo.
No decurso de um ano, Rosa tornou-se um ícone no campus universitário, e fazia amigos facilmente, onde quer que fosse.
Ela adorava vestir-se bem, e revelava-se na atenção que lhe davam os outros estudantes. Ela estava curtindo a vida! No fim do semestre nós convidamos Rosa para falar no nosso banquete de futebol.
Jamais me esquecerei do que ela nos ensinou.
Ela foi apresentada e se aproximou do pódio
Quando ela começou a ler a sua fala preparada,
deixou cair três das cinco folhas no chão.
Frustrada e um pouco embaraçada, ela pegou o microfone e disse simplesmente: Desculpe-me, eu estou tão nervosa! Parei de beber por causa da Quaresma, e este uísque está me matando! Eu nunca conseguirei colocar meus papéis em ordem de novo, então me deixe apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei.

Enquanto nós ríamos, ela limpou sua garganta e começou:
- Nós não paramos de amar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de amar. Existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguindo sucesso. Você precisa rir e encontrar humor em cada dia. Você precisa ter um sonho. Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam!
 Há uma enorme diferença entre ficar velho e crescer.

Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com vinte anos. Se eu tenho oitenta e sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu ficarei com oitenta e oito anos. Qualquer um consegue ficar mais velho.
 Isso não exige talento nem habilidade. A idéia é crescer  sempre e encontrar oportunidade na novidade. Isto não precisa nenhum talento ou habilidade.
 A idéia é crescer sempre encontrando a oportunidade de mudar.
Não tenha remorsos.
 Os velhos geralmente não se arrependem daquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. As únicas pessoas que tem medo da morte são aquelas que tem remorsos.
Ela concluiu seu discurso cantando corajosamente:
 "A Rosa".
Ela desafiou a cada um de nós a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária. No fim do ano Rosa terminou o último ano da faculdade que começou há todos aqueles anos atrás.

Uma semana depois da formatura, Rosa morreu tranqüilamente em seu sono.
Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode provavelmente ser.

Estas palavras têm sido divulgadas por amor, em memória de "Rosa" e lembre-se:
"Ficar velho é obrigatório, crescer é opcional".
Se você leu isso com o coração estará mais sábio, mas se leu com a mente, estará apenas mais velho.



Colaboração de meu amigo Joel Poddixi
Muito obrigada.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

MULHERES COM MAIS DE 40....



             
                  
                                    MULHERES COM MAIS DE 40 ANOS DE IDADE


À medida que avança a idade, valorizo muito mais as mulheres com mais de 40
anos. E aqui estão algumas das razões:

1. Uma mulher com mais de 40, nunca vai te acordar no meio da noite, pra
perguntar com o que você  está sonhando... Simplesmente porque não lhe
interessa com o que você  está sonhando.

2. Se uma mulher com mais de 40, não quer assistir um jogo de futebol, ela
não fica reclamando e andando em círculos no meio da sala. Ela simplesmente
vai fazer algo que ela quer fazer, com grandes chances de ser muito mais
interessante.

3. Uma mulher com mais de 40 se conhece o suficiente para estar segura de si
mesma, para saber o que  quer,  para saber quem quer. São poucas as mulheres
com mais de 40 que se  importam  com o que você  pensa delas.

4.. Uma mulher com mais de 40 já tem completa a sua cota de relações
"importantes" e "compromissos". A última coisa que quer, na sua vida, é
outro amante possessivo.

5. As mulheres com mais de 40 são superiores. Nunca dão uma baixaria no meio
do restaurante. Se você  aprontou alguma, ela certamente pode até te acertar
um tabefe, mas em regra, simplesmente te abandonam e depois não te querem ver
nem pintado; por mais que você  implore desculpas e diga que está arrependido.

6. As mulheres com mais de 40 geralmente são muito carinhosas e te elogiam
muito. Elas sabem - por já terem vivido isso nas relações "importantes" e
nos "compromissos" - como é desagradável que a pessoa de quem gostamos não
seja carinhosa e cuidadosa.

7. As mulheres com mais de 40 têm segurança o suficiente para te apresentar
as suas amigas. Uma mulher mais jovem, quando está com você, pode ignorar a
existência da sua melhor amiga.

8. As mulheres com mais de 40, independentemente da sua área de atuação,
acabam se tornando meio psicóloga: você  não precisa confessar os seus pecados,
porque elas sempre os  sabem.

9. Uma mulher com mais de 40 fica absolutamente linda com um  baton  vermelho.

10. Uma mulher com mais de 40 é honesta e direta: lhe dirá que você  é um
completo imbecil, se pensar mesmo isso de você.

11. Há muitas coisas legais pra dizer das mulheres com mais de 40 e pelas
razões mais diferentes. Mas lamentavelmente isso não é recíproco: porque
para cada mulher com mais de 40, inteligente, bem sucedida, atraente,
charmosa, bonita e sexy tem um homem com mais de 40, gordo, largado, se
achando e com uma mulher de 20 do lado dele. 

Colaboração da amiga Elita.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O TREM DA VIDA...




No seu... TREM da VIDA!

Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina na mão…”.
mensage papel de pfvideosÀ medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho… que pensa que não são importantes.
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas.
Pesa demais…
Então você pode escolher:
Ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil.
Pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem.
Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora, e vendo o que tem dentro…
AMIZADE…
  AMOR…
AMIZADE…
AMOR…
AMOR…
AMIZADE…
Nossa!Tem bastante, e curioso… Não pesa nada!
Mas tem algo pesado…
Você faz força para tirar…
É a RAIVA!  Como ela pesa.
Ai você começa a tirar, tirar, e aparecem à INCOMPREENSÃO, o MEDO, o PESSIMISMO…
  Nesse momento, o DESÃNIMO quase te leva para dentro da mala…
Mas você puxa-o para fora com toda a força e aparece um SORRISO, que estava sufocado no fundo de sua bagagem…
Pula para fora outro SORRISO e mais outro, e ai sai a FELICIDADE...
Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a TRISTEZA…
Agora, você vai ter que procurar a PACIÊNCIA dentro da mala, pois você vai precisar bastante…
Procure então o resto:
FORÇA, ESPERANÇA, CORAGEM, ENTUSIASMO, EQUILÍBRIO, REPONSABILIDADE, TOLERÂNCIA, BOM HUMOR...
 Tira a PREOCUPAÇÃO também, e deixa de lado. Depois você pensa o que fazer com ela…
Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas pensa bem o que você vai colocar lá dentro!
Agora é com você…
E não se esqueça de fazer isso mais vezes…
Pois o CAMINHO é Muito, Muito Longo...